Moda

Paris Haute Couture 2026–2027: quando a moda se transforma em arte

12 jul 2026 • por Nina Kauffmann • 0 Comentários

“A alta-costura continua sendo o momento mais emocionante do calendário da moda. Em Paris, cada desfile é uma celebração do savoir-faire, da criatividade e da excelência artesanal. Nesta temporada, as maisons apresentaram coleções que reafirmam o luxo como uma experiência artística, onde tradição e inovação caminham lado a lado.”


A Semana de Alta-Costura de Paris encerrou mais uma edição histórica, reafirmando o papel da cidade como o maior palco da criatividade e da excelência artesanal. Durante quatro dias, as mais importantes maisons do mundo apresentaram coleções que transcendem a moda e se aproximam da arte.

Os destaques da temporada

Schiaparelli abriu a semana com uma coleção teatral, marcada por silhuetas esculturais, dourados e referências surrealistas.

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Dior apresentou a estreia de Jonathan Anderson na alta-costura, trazendo um olhar contemporâneo sobre a tradição da maison.

Balenciaga viveu um dos momentos mais aguardados da temporada com a estreia de Pierpaolo Piccioli, que homenageou Cristóbal Balenciaga sem abrir mão de sua identidade criativa.

Chanel reforçou a elegância clássica da marca por meio de tweeds sofisticados, bordados e vestidos de extrema delicadeza.

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Giorgio Armani Privé encerrou sua apresentação com uma coleção refinada, marcada por brilho discreto e impecável acabamento.

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As tendências

Preto, branco, dourado e tons pastel

Bordados tridimensionais

Flores aplicadas à mão

Volumes arquitetônicos

Transparências delicadas

Silhuetas dramáticas

Alfaiataria reinterpretada

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