Moda

A Calvin Klein celebra momentos decisivos das jornadas LGBTQIA+ com a campanha Proud in My Calvins

08 jun 2021 • por Nina Kauffmann • 0 Comentários

A mais nova campanha da Calvin Klein é uma celebração dos momentos marcantes das vivências queer e trans. É a continuação do movimento #proudinmycalvins em que revisita as situações transformadoras que marcaram a vida dos talentos da marca, pessoas de diferentes partes do mundo em diferentes momentos de suas jornadas individuais. 

Os oito artistas selecionados exalam o ar jovial e moderno da Calvin Klein, intimamente conectados com música e arte. Entre eles, nomes conhecidos do universo musical como Arca, clicada para a campanha em Barcelona, e Honey Dijon, em Berlim. Outros destaques também incluem o ator espanhol Omar Ayuso, que atuou na série Elite, da Netflix, e o artista plástico pernambucano Samuel de Saboia. 

Com a nova edição da Proud in My Calvins, a Calvin Klein também estabelece a continuidade de seu apoio ao movimento LGBTQIA+ durante todo o ano, uma causa que faz parte da história da marca desde sua fundação. Dessa vez, foi iniciada uma parceria que terá duração de 2 anos com o The Trevor Project, a maior organização do mundo em prevenção de suicídio e intervenção de crises para jovens da comunidade LGBTQIA+. Além disso, a marca patrocinará o leilão Prints for Pride de 2021, que visa arrecadar fundos para instituições brasileiras que acolhem pessoas LGBTQIA+ em situação de vulnerabilidade.

Conheça os talentos da nova edição da campanha #proudinmycalvins: 

@arca1000000

A artista não binária baseada em Barcelona que adotou o apelido Arca em 2011 mescla gêneres através da música, performance e pintura. 

“A primeira vez que eu me dei a permissão de flertar. Naquele momento de conexão eu senti vitalidade. Me senti livre das dúvidas… empolgada com o que estava por vir.”- 2009

@honeydijon

Artista, DJ and designer de moda, Honey nasceu em Chicago e vive entre Nova York e Berlim. Seu novo álbum Black Girl Magicserá lançado ainda este ano. 

“A primeira vez na minha vida que alguém me enxergou antes de eu mesma… Foi outra mulher trans que me disse: ‘Você pertence em uma saia.’ Eu percebi naquele momento que eu poderia existir.” – meados de 1990 

@isaaccolepowell

O ator e cantor norte-americano interpretou recentemente “Tony” no espetáculo renovado da Broadway West Side Storytambém vai estrelar na próxima temporada de Modern Love e no filme da Universal baseado no musical Dear Evan Hansen . 

“Minha mão deslizou pela minha coxa, esperando que ela esfregasse nele. E finalmente aconteceu. Foi como eletricidade. Meu corpo inteiro estava piscando cores. Eu sabia que não havia volta depois daquilo.” – 2010 

@kai_isaiah_jamal

Poeta e ativista, Kai Isaiah Jamal se volta a suas próprias experiências como uma pessoa negra e trans. Seu trabalho centra-se em explorar, entender e descontruir normas sociais. 

“Eu nunca vou esquecer. Eu chamo de minha transição 2.0. Ser capaz de voltar à minha femilidade e celebrar essa glória… enquanto um dia essas coisas seriam um gatilho. Eu me sinto livre e sem esse peso.” – 2020 

@kingprincess69

        

A cantora, compositora e produtora do Brooklyn, Nova York, rapidamente ascendeu a fama depois de lançar seu single de estreia em 2018. Foi por meio de sua mãe , que trabalhava com moda, que ela encontrou pela primeira vez sua família LGBTQIA+. 

“Eu comecei a perceber que eu era parte dessa tapeçaria de pessoas que fazem um trabalho realmente poderoso e tocante. Quando eu percebi isso, todo o resto fez sentido.” – 2012 

@omarayuso

O ator nascido em Madri é mais conhecido por seu papel como Omar Shana na série de televisão Elite, um thriller espanho e drama adolescente. 

“Quando eu contei para minha mãe..Eu pensei que ela ficaria chocada e faria uma grande cena. Eka disse, Ok, vou comprar ingressos pra gente para The Sound of Music.” – 2013 

@raisaflowers

Um talento multi-hifenado, a artista, modelo e musa Raisa Flowers se volta as suas origens indianas e experiencias em boates da cena queer e underground para reformular como sociedade enxerga a beleza e a moda. 

“Quando eu estava no colégio católico …..quando eu raspei o cabelo pela primeira vez. O diretor ficou tipo: Nós precisamos ficar de olho nela porque ela será selvagemEu me senti fodona.” – 2010 

@samueldesaboia

O brasileiro queer afroíndigena borra as linhas entre arte e moda. O artista multimídia foca na necessidade de apoiar e construir pontes c= om a comunidade queer em seu país de origem. 

“Quando voce vai para as docas, significava que voce estava meio que livre. Eu nunca tinha beijado um cara até aquele momento. Coração pulsando, como se eu quase conseguisse vermeu peito se mexer.” – 2015 

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