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Moda Animal Por Xico Gonçalves
Postado por Nina Kauffmann - Categorias: Destaques, Moda, Novidades

O Animal Print insiste em permanecer na moda com unhas e garras.
Esta é uma estampa que por mais diferenciada seja, sempre será coringa no look de qualquer época.
Para o Inverno 2019 as passarelas de Nova York, Milão, Londres e Paris apostaram em clássicos renovados pelas estampas animais, como uma das principais apostas dos próximos dias de frio.
Trend das selvas
Passam os anos, mudam estações, tendências chegam e outras vão, mas a clássica estampa animal não corre o risco de extinção.
De tão populares onças, leopardos, zebras e tigres já foram domesticados no guarda roupa de muitas mulheres, se transformando em um clássico da estamparia, com destaque em todas as temporadas de moda, assim como o jeans e a pretinho básico.
As manchas e os padrões das peles animais, destinados a esconder predadores que caçam na flora e na sombra de seu ambiente natural, servem como um estímulo para destacar ao máximo quem usa a estampa como figurino de moda.
Popularizada em clima exótico por Christian Dior, nos anos 1940, no seu primeiro desfile, as estampas animais ganharam status e invadiram todos os segmentos de moda, inclusive nos acessórios.
Com o aval de Dior, a estampa animal print saiu do étnico para o chique em um salto, mas o próprio costureiro concordava que não era um estilo para mulheres fracas ou delicadas.
Estampas dos grandes felinos sempre foram constantes no mundo da moda.
O uso do animal print é muito antigo.
As peles de animais, assim como as plumagens de aves, já serviram de figurino há mais de 5 mil anos.
Uma imagem proveniente do Antigo Egito exposta no Museu do Louvre comprova esse fato.
Peles de animais eram usado nos primórdios da humanidade para cobrir o corpo.
Talvez isto explique a fascinação humana pelos desenhos de animais, já que está em nosso DNA desde nossa origem.
Desde as civilizações antigas, usar pele de animais significava ter status e poder, e por isto cobria o corpo da nobreza e dos religiosos.
A partir do século 18 as texturas dos animais prints entraram de vez para o mundo da moda, inspirado na cultura exótica da África, virando ousadia e luxo no vestuário.
Com o passar dos anos as padronagens se tornaram mais realistas.
Em 1936 o filme do Tarzan, com o ator usando uma tanga de onça, ajudou a promover a estampa para o mercado da moda.
Nesta década a casa francesa Busvine, lançou a estampa de leopardo, e logo após a também francesa Jeanne Paquin propôs peles em sua coleção, contribuindo para virar uma febre.
De selvagem para o sexy
A estampa que sempre teve uma conotação exótica mudou de imagem quando as estrelas de cinema começaram a se exibir em maiôs escandalosos, valorizando cada centímetro de suas desejadas curvas.
Até Carmem Miranda posou de animal print junto a uma legião de estrelas de cinema famosas.
Mundo felino
Nos anos 1980, onde tudo se tornou exuberante na moda, o animal print foi a estampa mais usada.
Graças ao movimento Punk, as estampas animais saíram do tradicional, ganhando cores diferentes como o pink e limão.
Mas esse exagero todo acabou com a boa reputação para a estampa e na década de 1990 vulgarizou. Desceu do posto de elegante e nobre para o esquecimento.
A partir dos anos 2000, época onde tudo era permitido e válido, os animais prints acabaram ganhando mais espaço e abriram mercado para outras estampas exóticas como vacas, cobras, zebra entre outros.
A volta de um clássico
A eterna abordagem dos estilistas com esta estampa acontece porque as consumidoras de moda pedem, já que o desenho perdeu a conotação de perua que tinha nos anos 1980, para virar um print quase neutro e atemporal no guarda-roupa atual.
O desafio é descobrir variações do mesmo tema para criar novas coleções e trazer frescor para esta estampa.
Mas histórias e tendências mudam, e não podia ser diferente com o animal print
Feras nas passarelas
Nas principais capitais da moda, a padronagem mais clássica divide espaço com as versões atualizadas, feitas em cores vibrantes e materiais com acabamento em brilho, como o vinil, os paetês e o couro.
Tanto nas roupas quanto nos acessórios, a estampa é a garantia de um look atual.
Adote já
· Estampa animal é sexy e bem dosada pode ser curinga em qualquer guarda-roupa
· Em proporção miúda esta estampa não engorda e é boa alternativa para incrementar top, camisa ou blazer. Permitida para as fora do peso ideal.
· Cuidado ao misturar diferentes estampas de animais no mesmo look. A combinação exige know-how. Duas peças na estampa é o suficiente.
· Saias, calças, shorts, legging, bermudas e vestidos nesta estampa podem ser curingas.
· Evite usar estampas animais sobre quadris ou busto volumoso. Vira seta, pois estas padronagens aumentam os volumes do corpo.
· Prefira estampas animais em tecidos leves e com bom movimento ou do tipo jérsei.
· O look “bicho total” é perigoso. Veste bem só quem é longilínea (vestidos, conjuntos, macacão), ou exótica, acompanhado de acessório em cor lisa.
· Quem se considera acima do peso para vestir estampados, pode detalhar golas, punhos ou usar cintos ou outros acessórios look animal.
· Acessórios nesta estampa nunca saem de moda e traz humor a roupa séria.
· Um sapato, uma bolsa, uma t-shirt, uma echarpe, bijuteria ou estola estampa animal atualiza sempre. Mas evite usa-los todos juntos para não arranhar o look.
· No trabalho cautela com os animais. Use no máximo top ou camisa sobre um terninho. Sinal verde para os acessórios.
· Combine estampas animais com peças lisas e cores neutras.
Guia do animal print
Leopardo, tigre e onça
Se mantém unânime entre as mulheres que investem na padronagem animal.
Com pegada sexy, é companheira desde os looks casuais até peças mais elaboradas.
Cobra
As cobras oferecem maior variedade de combinações por terem diferentes tipos de peles – que aparecem em peças inteiras ou em detalhes.
Cobra segue a regra da onça, mas é possível aderir sem medo.
Dálmata
De uma certa forma é uma espécie de poá, menos agressivo, com menos chance de ficar vulgar.
Zebra
A estampa zebra em geral é grande e combina bem com neutros e também com cores fortes.

16
set
2018
Tiffany&Co inaugura sua sexta loja no Brasil
Postado por Nina Kauffmann - Categorias: Eventos

Na noite desta quinta-feira (13/09), a Tiffany & Co. inaugurou sua sexta loja no Brasil, a terceira na cidade de São Paulo, no Shopping JK Iguatemi. O espaço está localizado no piso Shopping JK Iguatemitérreo do shopping e abre as portas para o público geral nesta sexta (14). O soft opening contou com a presença de Donata Meirelles, Camila Queiroz, Carlinhos Jereissati e outros convidados ilustres.

O evento seguiu da loja para o Jardim JK, localizado no 3o piso, onde rolou a festa de lançamento da coleção Paper Flowers com show de Jonathan Azevedo e DJ sets de Sarah Stenzel e KL Jay. A icônica coleção é a primeira assinada pelo diretor criativo da marca, Reed Krakoff.

“Decidimos ampliar a nossa presença na cidade de São Paulo onde iniciamos nossa operação no Brasil, há 17 anos”, conta Luciana Marsicano, diretora geral da Tiffany&Co. no Brasil. “O JK é um shopping que está cada vez mais consolidado e já se confirmou como um grande destino de luxo”, complementa. A Tiffany & Co. vive um momento de grande crescimento e produção criativa, justificando assim, sua expansão no país. A última abertura havia sido em Curitiba, em 2013, no Pátio Batel.

“A Iguatemi é reconhecida como referência de moda no país. O nosso propósito é oferecer aos clientes não só os melhores serviços, mas também as melhores marcas nacionais e internacionais. É um prazer contarmos com a tradição e sofisticação da Tiffany & Co., uma marca que encanta gerações com suas joias repletas de design e delicadeza, agora também no shopping JK Iguatemi”, diz Carlos Jereissati Filho, presidente da Iguatemi Empresa de Shopping Centers.

Fotos Lu Prezia

14
set
2018
Atum Enlatado : Na água ou no óleo? Por Jéssica Zarro
Postado por Nina Kauffmann - Categorias: Bem-Estar

O atum enlatado é uma opção prática e versátil de consumir o peixe. O atum é classificado como fonte magra de proteínas e também é conhecido como fonte de nutrientes como ômega 3, fósforo, selênio, potássio, vitaminas B3 ,B6, B12 e D.
O atum em lata está associado a benefícios como a saúde cardiovascular e manutenção dos níveis de bom colesterol (HDL), que previne que o colesterol ruim (LDL) seja armazenado na forma de placas de gordura nas paredes dos vasos sanguíneos.
O grande problema do atum enlatado está na quantidade de mercúrio em sua composição, que é um metal que pode provocar reações adversas no sistema nervoso e na função cerebral principalmente em mulheres grávidas.
Alguns dos sintomas da exposição de longo prazo do mercúrio são : dormência, tremores, dificuldade de andar, problemas de visão e memória, convulsões e dano ao cérebro de crianças quando a ingestão ocorre durante a gestação ou aleitamento.
Quando o peixe é enlatado com água, os metais pesados contidos na lata ficam depositados nele, sendo mais prejudicial a nossa saúde.
Já quando peixe é enlatado no óleo, os metais ficarão no óleo, deixando o peixe livre desses metais pesados. Além do óleo oferecer 5 vezes mais vitamina D e uma boa concentração de ômega 3.
Logo, se você achava que estava abafando escolhendo os enlatados em água, por serem mais lights, por favor mude logo sua opção em prol da sua saúde!!!

14
set
2018