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Coletivo Carandaí 25 em Paris por Paula Bedran
Postado por Nina Kauffmann - Categorias: Destaques, Moda, Novidades

Na semana passada o coletivo carioca de moda Carandaí 25, idealizado por Tati Accioli e que tem frequentes edições pelo Rio de Janeiro, se juntou ao Sebrae para levar 10 marcas cariocas à Paris numa pop-up store com o nome de Paris de Janeiro, no descolado bairro do Marais. A festa de inauguração contou com bar de cachaça, manicures da Granado à disposição, música brasileira ao vivo e casa lotada antes das portas se abrirem. O propósito era não apenas levar a cultura carioca à cidade, mas sim reunir marcas com propósito e difundir o conceito de moda consciente que toma cada vez mais a moda carioca e esperamos que contagie Paris e o mundo. As marcas participantes são a ManuManu, que ficou ultra famosa pelas suas roupas descontraídas, principalmente no linho; a Emi beachwear que faz beachwear com tecidos biodegradáveis; a Zsolt que abusa de designs contemporâneos e faz estamparia artesanal; a Nidas que faz um beachwear descontraído; a Helena Pontes que faz uma alfaiataria moderna, a Bossa Social com peças curingas e descomplicadas, a Marju Rio, outra marca de beachwear que faz peças clássicas e super elegantes; a Chapelaria Barbarah, uma chapelaria com a cara do Rio; a Taidai bolsas que faz as bolsas artesanais que amamos e a Anna Karina Lins com acessórios modernos e chiquérrimos. O coletivo está aberto ao público e fica na cidade luz até dia 17/06.

05
jun
2018
Marcas cariocas apostam em coleções para torcer pelo Brasil
Postado por Nina Kauffmann - Categorias: Destaques, Moda, Novidades

Que tipo de torcedor é você? Inspiradas nas cores do Brasil e no universo do futebol, marcas como The Paradise, FYI, Redley, Dress To, Oh, Boy!, Maria Filó, Ateen e Cantão lançam coleções para assistir aos jogos e torcer pela Seleção – dentro ou fora de casa.

The Paradise

FYi

Redley

Dress To

Love Dress Infantil

Oh Boy!!

Maria Filó

A Teen

Cantão

04
jun
2018
DESFILE CROISIÈRE 2019 – CHANTILLY, FRANÇA
Postado por Nina Kauffmann - Categorias: Destaques, Moda, Novidades

Cada uma das mulheres apresentadas (neste volume) é única e plural, ao mesmo tempo ela mesma e muitas outras, ilustres ou anônimas aos nossos olhos, mas sempre com algum traço em comum.” Nicole Loraux, La Grèce au féminin
As escaramuzas são amazonas tradicionais mexicanas que reivindicaram o direito de participar da charreada – prática equestre que consiste em executar várias provas em público – assim como os homens. Essas mulheres com corpos esculturais, vestidas com roupas que afirmam sua feminilidade (saia ampla, bordados, cores, chapéu, flores) inspiraram Maria Grazia Chiuri, Diretora Artística das coleções femininas da Dior. Para as criações da coleção Croisière 2019, ela interpretou de forma contemporânea esses elementos que conjugam tradição e liberdade.
As saias amplas e extravagantes são usadas com casacos acinturados que realçam a fineza da cintura, marcada por um cinto alto. Diferentes materiais pontuam a coleção, a exemplo do tecido de Jouy, grande clássico da confecção francesa que foi revisitado e modernizado com uma série de animais selvagens, como o tigre e a serpente. As rendas, ora leves, ora opulentas, sobrepostas em babados plissados ou perfeitamente arredondadas, são valorizadas pelas botas pretas emborrachadas contrastando com elementos mais contemporâneos: as saias em tule e o tailleur Bar se transformam adotando uma atitude convicta. O tule desabrocha na força do vermelho e nas sobreposições de cores poudrées.
A potência dessas mulheres solidárias, que evocam as sororidades consagradas à transmissão de um savoir-faire artesanal em uma forma de liberdade criativa comum, incitaram Maria Grazia Chiuri a trazer de volta uma série de materiais de confecções típicas para reinterpretá-los com técnicas contemporâneas. A imagem da amazona, de uma beleza angustiada oriunda da antiguidade, também a incentivou a explorar essas roupas que transgridem os gêneros em sua dimensão esportiva. Assim, os casacos em algodão japonês são associados a calças de formatos variados, a saias estilo calça e a saias cujos plissados lembram o modelo Drags, vestido da tarde de Alta Costura elaborado por Christian Dior para a coleção primavera-verão 1948. O visual é completado com a bolsa emblemática Saddle, revisitada por Maria Grazia Chiuri, com uma camisa masculina branca ou listrada, e com uma fina gravata preta.
A coleção também traz alusões à obra A Casa dos Espíritos, primeiro romance da escritora chilena Isabel Allende, que traça o retrato de figuras femininas independentes. Os chapéus de palha com abas largas, realizados por Stephen Jones, são usados com vestidos brancos, bordados com métodos tradicionais de confecção, com incrustações de rendas que trazem versões gráficas graças à utilização do preto. Assim, Chantilly, cidade ligada à tradição da renda e da montaria francesa, oferece um ambiente único a essa coleção.




OS ACESSÓRIOS
Retrospectiva em imagens dos acessórios principais da coleção, inspirados nas amazonas mexicanas.



Cenografia
Inspirada nas tradições mexicanas e no espírito das Grandes Ecuries de Chantilly, a cenografia estava à imagem da coleção.

03
jun
2018