• Diesel arma uma festa de lançamento do novo smartwatch pilotada por Rafael Zulu

    No dia 21.05, terça-feira, a Diesel armou uma festa de lançamento de seu novo smartwatch pilotada pelo embaixador da marca...

    Leia mais

  • MIL E UMA UTILIDADES Por Xico Gonçalves

    CAMISA A camisa realmente é tudo. É a conexão de vários mundos, um consenso de se vestir elegantemente e ainda...

    Leia mais

  • Tarde de Estilo e Doação

    Ontem 16/05) foi dia de juntar forças em prol da Ong One By One , eu e Marta Isaksen convidamos...

    Leia mais

  • Rio Design Leblon Inaugura Exposição de Fotos

    O Rio Design Leblon comemorou nesta quarta-feira a inauguração da mostra de fotos do projeto Trends, com o tema Novos...

    Leia mais

  • “Prêmio Sim à Igualdade Racial 2019”

    A 2ª edição do “Prêmio Sim à Igualdade Racial 2019”, do ID_BR (Instituto Identidades do Brasil), nessa terça (14/05), criado...

    Leia mais

Côndor” abre a temporada 2019 do Theatro Municipal do Rio de Janeiro dia 15 de março
Postado por Nina Kauffmann - Categorias: Cultura

Última ópera escrita por Carlos Gomes terá o soprano Eliane Coelho e o tenor Fernando Portari como artistas convidados 

O Coro e a Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro se unem para apresentar “Côndor”, a última ópera escrita por Carlos Gomes. O espetáculo de abertura da temporada de 2019, dia 15 de março, terá uma nova récita dia 17 de março, ambas com a regência do maestro Luiz Fernando Malheiro. A montagem resgata a importância da derradeira ópera composta por Carlos Gomes, que estreou no Teatro alla Scala de Milão, em 1891.

“Côndor” é considerada hoje em dia, por críticos e amantes da música, uma das obras mais elaboradas do nosso mais famoso compositor de óperas. As duas apresentações marcarão o retorno do soprano Eliane Coelho aos palcos do Theatro, depois do grande sucesso de Jenufa e Tosca, em 2017, e os 30 anos de carreira do tenor carioca Fernando Portari.

No Brasil, a ópera foi encenada em 13 de agosto de 1891, no Teatro Lírico, e no Theatro Municipal em duas temporadas, em 1920 e 1944, esta última regida pelo maestro Eleazar de Carvalho. Portanto, há 75 anos não é montada em terras cariocas.

É uma oportunidade única de conhecer essa ópera da maturidade de Carlos Gomes, composta em curtíssimo espaço de tempo (em torno de cinco meses). Com orquestração refinada e melodia magistral, demonstra a genialidade do brasileiro – o “Selvagem da Ópera” – apontando novos caminhos para o desenvolvimento da ópera italiana.

O maestro Malheiro, além de ser o regente titular da OSTM, acumula a direção musical do Theatro Municipal nessa nova temporada, que se inicia em março. André Heller-Lopes está retornando à casa como diretor artístico.

Resumo da ópera: a abertura, que evoca o Oriente num delicado solo de harpa, mostra a rainha Odalea no seu reino de Samarcanda (no atual Uzbequistão), no século XVII. Os três atos se desenrolam a partir da paixão de Côndor, chefe do exército que invade o país, por Odalea, as tentativas da rainha de livrá-lo da ira do seu povo e a fúria das hordas inimigas ao saber que o seu líder é um traidor.

08
mar
2019