• Clássico até embaixo d’àgua Por Xico Gonçalves

    O clássico Trench-coat é um casaco de chuva, que protege do frio e da umidade, feito em algodão, gabardine e...

    Leia mais

  • Arraiá de Nestor Rocha e Liliana Rodriguez

    Um dos casais mais queridos da sociedade carioca , Nestor Rocha e Liliana Rodriguez , receberam amigos neste sábado (14)para...

    Leia mais

  • 3 marcas cariocas de slow fashion que você precisa conhecer Por Paula Bedran

    Ainda existe uma certa confusão sobre o conceito de slow fashion para os não-adeptos a esta prática. Para que fique...

    Leia mais

  • Estampa é um luxo Por Xico Gonçalves

    O luxuoso desfile de Valentino Couture 2019, que aconteceu na semana passada, sinalizou que os estampados continuam em cena. A...

    Leia mais

  • Inverno Felino! Por Renata Bitencourt

    Eterno para uns, duvidoso para outros. Uma coisa é certa, ninguém fica indiferente `a estampa animal. Com o retorno da...

    Leia mais

Clássico até embaixo d’àgua Por Xico Gonçalves
Postado por Nina Kauffmann - Categorias: Destaques, Moda, Novidades

O clássico Trench-coat é um casaco de chuva, que protege do frio e da umidade, feito em algodão, gabardine e até em couro e seda pura, com tamanho na altura do joelho ou um pouco maior.
Esta é uma peça que cobre tudo e sempre será elegante indiferente do que está por baixo.
Na França foram batizados de “tapa-miséria”, por cobrir com classe qualquer produção visual comprometedora.
É praticamente um uniforme das parisienses.
E neste inverno com tendências militares, a peça se encaixa como uma luva.
Esta peça foi criada pelo fundador da famosa grife Burberry, que hoje vende as capas de chuva mais sofisticadas do mundo e inicialmente foram desenvolvidas para os soldados da 1ª Guerra Mundial.

Roupa de batalha
Esta é a primeira peça de roupa genderless da história, já que veste com perfeição homens e mulheres.
O legítimo Trench-coat, o casaco de trincheira, foi idealizado pelo alfaiate inglês Thomas Burberry, no Séc. XIX, para que quem o vestisse se tornasse um herói.
O Sr. Burberry elaborou, com estratégia de ataque, uma roupa que além de transmitir um ar de valor e coragem funcionasse como uma verdadeira máquina de guerra, capaz de vencer qualquer dificuldade.
A cor neutra (cáqui, areia ou verde oliva) ajudava a camuflar o soldado no campo de batalha e o tecido de algodão impermeável (desenvolvido por Burberry) o protegia do frio e da chuva, assim como a gola de proteção em lã e os bolsos fundos.
As mangas eram amplas para permitir grandes movimentos.
O cinto largo, com fivela e argolas de meia lua serviam para prender com segurança as granadas e o cantil.
A pala solta no peito e nas costas protegia os ombros do impacto do disparo do fuzil.
A fenda profunda atrás facilitava na hora de montar (ainda se combatia em cavalos).
As dragonas nos ombros mantinham os binóculos e as tiras do punho serviam de apoio para as granadas de mão.
Todos estes detalhes fazem parte da modelagem atual e muitos consumidores não entendem o que significam estas características da modelagem.

O cinema veste a capa
Graças ao cinema e o poder da Burberry, as capas impermeáveis se mantém populares até hoje.
O Trench-coat foi o primeiro caso de marketing da história do cinema.
No filme “Casablanca”, Humphrey Bogart aumentou os lucros do estúdio ao usar um.
Batizado de “21″ pela Burberry, o ator usou uma Burberry com muito charme, mesmo em um lugar de clima quente como Casablanca, e lançou uma das modas mais duradouras deste século, definindo o perfil de personagem que mistura capa de chuva, mistério, poder e sedução.
Outra participação especial que colaborou para o sucesso da marca, também foi o resultado de um acordo comercial
Audrey Hepburn, a estrela mais fashion do cinema, vestiu uma trench coat no final do filme “Bonequinha de Luxo” (Breakfast at Tiffany’s) e transformou a peça em item cult.
Colocaram até chuva no roteiro para justificar a Burberry descarada.
Chuva de estrelas
Greta Garbo e Marlene Dietrich foram as primeiras divas que perceberam as possibilidades eróticas das capas de chuva.
Depois delas, Lana Turner, Brigitte Bardot, Marilyn Monroe, e Twiggy adotaram o Trench-coat dentro e fora das telas, muitas vezes sem nada por baixo.
Melanie Griffith, no filme “Uma secretária de futuro” veste a capa cada vez que parte em busca de vitória.
Harrison Ford (Blade Runner), Sean Connery (James Bond), Christopher Reeves como Clark Kent (Superman), Warren Beatty (Dick Tracy), Mickey Rourke (O ano do dragão), Peter Falk (Columbo), Peter Sellers (A pantera cor- -de- rosa) entre outros heróis e detetives se valeram do Trench-coat para compor seus personagens.
A partir destas estrelas, o Trench coat se transformou em item do vestuário urbano e foi incorporado no figurino moderno por ser uma peça chave para qualquer época, fria ou temperada.

Adote já
· O trench coat veste em qualquer clima, mesmo sem chuvas.
· Podem ser usadas a qualquer hora do dia e substitui os mantôs mais pesados, que exigem frio de verdade.
· Use o trench arrematado por uma echarpe no pescoço ou nos ombros, como as mulheres francesas que usam as capas impermeáveis o ano todo.
· Ao comprar opte pelos tons tradicionais de beges acinzentados que combinam melhor com qualquer cor, ou escuras como preto, cinza ou marinho.
· As capas não precisam combinar com o guarda-chuva.
· É importante que o tecido seja a prova d’água se for usar na chuva, para não pagar mico.
· Existem também modelos de capa que servem somente como abrigo, sem recorrer às matérias primas “Waterproof” (à prova d’água)
· E atenção, marque a bainha em comprimento longo e que aceite diversos estilos de calças e saias sem “fatiar” a linha inferior do corpo.
· Outro comprimento versátil é logo abaixo do joelho, especialmente para calças.
· Quem têm muita roupa mini deve optar pelo comprimento 7/8 (um pouco acima do joelho) ou tipo jaquetão.



17
jul
2018
Arraiá de Nestor Rocha e Liliana Rodriguez
Postado por Nina Kauffmann - Categorias: Cultura, Destaques, Eventos, Novidades

Um dos casais mais queridos da sociedade carioca , Nestor Rocha e Liliana Rodriguez ,
receberam amigos neste sábado (14)para a famosa Festa Julina em sua fazenda São Luiz da Boa Sorte no Vale do Café em Vassouras.
Alguns convidados vieram do Rio através de ônibus fretado para ocasião e outros se hospedaram na fazenda como eu . Agora você já pode se hospedar na fazenda , o sistema criado pelo casal de hotelaria é perfeito. Na sexta-feira fomos recebidos com queijos e vinhos, na sequência foi servido jantar com comidas regionais e depois ficamos tomando vinho batendo papo e ouvindo música ao vivo com amigos. No sábado após o café da manhã fizemos uma visita guiada ao Museu do Café e depois fomos para o Spa e almoçamos.
A noite enfim fomos curtir a Festa , muito organizada , com música ao vivo , fogueira ,
comidas típicas e muita animação. Até dancei quadrilha. Amei meu fim de semana. Segue fotos da festa feitas pelo querido Sebastião Marinho

15
jul
2018
3 marcas cariocas de slow fashion que você precisa conhecer Por Paula Bedran
Postado por Nina Kauffmann - Categorias: Destaques, Moda, Novidades

Ainda existe uma certa confusão sobre o conceito de slow fashion para os não-adeptos a esta prática. Para que fique claro, não é um movimento e nem uma moda, e sim um sistema de produção, e que vai obviamente na total contra-mão do conhecido fast fashion. O slow fashion “preza pela diversidade, prioriza o local em relação ao global, promove consciência socioambiental, contribui para a confiança entre produtores e consumidores, pratica preços reais que incorporam custos sociais e ecológicos e mantém sua produção entre pequena e média escalas”, conforme o portal E-Cycle, site de notícias relativas à sustentabilidade, e foi cunhado em Londres em 2014 pela jornalista de moda Angela Murrills, da revista online Georgia Straight.
Creio que não há dúvida quanto a propensão do Rio de Janeiro para este tipo de prática, pois o carioca já vive o tal Slow lifestyle. Quantas garotas já não vi por aí que têm suas próprias costureiras de bairro, fazem suas próprias roupas, outras que venderam o carro para abrir uma marca com algum propósito que não seja apenas vender. Seguem três marcas de slow fashion de três cariocas descoladas e conscientes que você precisa conhecer:
Ahka Store
Kaka Dias, de apenas 24 anos, trabalhava na Bazzah, e-commerce carioca de neo-marcas formado quase somente por jovens, quando decidiu que era hora de seguir seu próprio sonho e montar uma marca que tivesse a sua cara. Isso foi no ano passado e não havia dúvidas de que seria um sucesso. A marca tem peças clean porém delicadas e femininas, como vestidos mídi, saias de babado e pantacourts em tecidos leves como moletom, malha e crepe, bastante propícios ao verão eterno do Rio. Por coleção, são feitas poucas ou uma estampa apenas, e até nesse quesito, a marca acerta em cheio. São estampas minimalistas como formiguinhas em p&b ou formas geométricas, as mais recentes feitas em parceria com a Studio Pows, uma estamparia de outra carioca tão bacana quanto Kaká.

MAPA
Carioca, radicada em Londres Mariana Langlands trabalhou por 3 anos na marca da família, a tradicional K&T em Ipanema, antes de se mudar para Londres, aonde mora há 9 anos. Após um mestrado em Fashion Business e experiências em algumas marcas europeias, em dezembro do ano passado, Mariana decidiu que era hora de alçar vôo solo: criou a MAPA, uma marca inspirada no eterno verão carioca mas com um ar de sofisticação que só se encontra em Londres. São peças modernas, sofisticadas, atemporais e que evitam seguir as tendências do momento, ou seja, ideais para mulheres que gostam de viajar e, modéstia à parte, adoram estar impecáveis em cada momento da viagem. Apesar de continuar vivendo em Londres, Mariana fabrica suas peças no Brasil e vem ao país com bastante frequência para realizar eventos da marca e supervisionar a produção. Por enquanto as peças estão disponíveis na multimarcas Pinga em São Paulo e por whatsapp, mas já para a próxima coleção estarão disponíveis no e-commerce da marca www.mapa-ldnrio.com
Mabô Rio
Mãe e filha unidas jamais serão vencidas. Essa é a base da Mabô, marca despojada e despretensiosa de Hilmara Botti, junto com sua filha Manuella Botti. A Mabô é uma marca que tem desde kaftans que viram vestidos de noite, saias envelope e outras peças de tecidos leves quanto jaquetas jeans e outras peças bordadas, todas pensadas para irem da praia ao jantar e a maioria ornamentada com trabalhos manuais, para que as peças se tornem duradouras e atemporais, e não descartáveis. A preocupação com a sustentabilidade se dá também nas sacolinhas da marca, que são pequenas sacolas de feira à la antigamente, e cuida para, ao invés de vender moda, vender um lifestyle “cool” e sem excessos. E viva o slow fashion!

12
jul
2018
1 2 3 14