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Tesouro dos mares Por Xico Gonçalves
Postado por Nina Kauffmann - Categorias: Destaques, Moda, Novidades

Não existe um adorno feminino mais democrático que a pérola.
Quem tem dúvidas sobre o que usar, usa pérola.
Perolas são como os jeans, vestem a qualquer hora, individualizando cada um.
Elas apareceram nos desfiles mais influentes para as temporadas de inverno e para o verão 2019 não só como joias, mas enfeitando calçados, bolsas e os bordados nas roupas.

Mais que perfeita
A pérola é uma joia naturalmente perfeita, que não requer lapidação ou polimento.
Diferentemente das pedras preciosas, a pérola é perfeita “au naturel”.
Por muito tempo na história da joalheria Tiffany, os colares de pérolas eram as joias mais valiosas das coleções da empresa.
Até mais que os diamantes.
Nenhuma outra gema tem uma história de mistério e romance como as pérolas.
Em sua simbologia está ligada à lua, à água e à mulher pela semelhança entre a pérola e o feto.
Nascida das águas, numa concha, representa o princípio Yin. Desse triplo simbolismo (Lua – Água – Mulher) derivam suas propriedades mágicas.
Na Pérsia antiga a pérola intacta era o símbolo da virgindade. O termo “furar a pérola da virgindade” está associado à consumação do matrimônio.
No Oriente é considerada afrodisíaca, fecundante, um talismã.
Na Grécia antiga era sinônimo de amor e casamento.
Na China e Índia é o símbolo da imortalidade, daí o fato de colocarem uma grande pérola na boca do morto, para inseri-lo num ritmo cósmico, cíclico de vida, morte e renascimento.

Favoritas da realeza
O duque Dmitri Pavlovich, descendente do império dos Romanov, mudou por acaso o rumo da história das pérolas no início da década de 1920.
Para impressionar a amante, 11 anos mais velha, presenteou-a com uma joia de família – um colar de pérolas de seis voltas. O nome da eleita: Coco Chanel.
A partir deste galanteio, as gemas ganharam a conotação de acessório fashion.
Mas já em 3500 A.C., no Oriente Médio e na Ásia, elas já eram valorizadas como símbolos de pureza e de charme feminino.
Na tradição japonesa, as pérolas sempre foram usadas para confortar o coração e acreditava-se, até, no seu poder medicinal, como o de parar os efeitos de um veneno mortal.
Na Europa do século 19, as pérolas eram as favoritas da realeza, que as valorizavam mais que qualquer outra gema.
Simbolismo forte também é o das pérolas enfiadas em um cordão. É o rosário, o sutratma, a cadeia dos mundos, penetrados e unidos por Atma, o Espírito Universal.
Tantos simbolismos talvez expliquem o poder das pérolas.
Mas para que estes tesouros do mar sobrevivam na Terra, é necessário um mínimo de cuidados:

Como usar as pérolas
· Você pode usar as pérolas nos maxis colares, em anéis, calçados, bolsas, lenços, em fim há uma infinidade de opções, mas é importante saber combinar, por mais simples que seja o acessório, as pérolas são sempre pérolas e pedem um pouco de sofisticação.
· As pérolas, por exemplo, não ficam bem com roupas de praia, look de academia, mas combinam perfeitamente com a balada, festas em geral, eventos mais formais e para reuniões de trabalho, pois elas passam confiança e sobriedade.
· Você pode combinar as pérolas com as cores dos acessórios ou das roupas, uma vez que, elas podem ser encontradas em diversas cores para fazer composições incríveis.
· Os acessórios de pérolas são muito versáteis e podem compor inúmeros visuais, desde os mais modernos e elegantes aos básicos e sensuais. Tudo vai depender da forma como elas são usadas e das roupas que compõem o look.

Como cuidar das pérolas
· Perfumes devem ser usados minutos antes de colocar as pérolas.
· Evite usá-las em dias muito quentes, ou expô-las ao sol.
· Pérolas temem ácido, suor, álcool. Peles de transpiração ácida prejudicam a pérola, outras podem beneficiá-la.
· Para sua limpeza utilize água e sabão neutro, depois seque com um pano limpo e macio.
· Guarde-as longe do atrito com outras joias, em saquinhos de veludo ou tecido delicado.
· Um colar de pérolas deve ser montado novamente a cada ano, ou de acordo com a frequência de uso. A transpiração e umidade da pele penetram o fio que as prende e faz com que apodreça e se rompa. Conforme o caso, até as pérolas podem ser prejudicadas

Curiosidades sobre as pérolas
· As pérolas fascinam pela raridade – se deixadas aos caprichos da natureza, de cada três toneladas de ostras, saem apenas três ou quatro gemas. Isso porque a pérola é uma espécie de cicatriz da concha. Cada vez que o molusco que ali habita é invadido por um corpo estranho, ele secreta o nácar, substância que, depositada sobre o invasor, cristaliza-se rapidamente, neutralizando o agressor. Com o tempo, as camadas de nácar se sobrepõem umas às outras, dando origem às preciosas bolinhas. As perfeitamente esféricas, consideradas as mais valiosas, só se formam quando o intruso é totalmente recoberto, o que faz com que a secreção seja distribuída de maneira uniforme, o que é uma raridade.
· Hoje, as pérolas naturais representam menos de 3% da produção mundial. As demais são cultivadas em formas e tamanhos variados. O primeiro registro da tentativa de criar uma pérola artificial foi do biólogo sueco Carl von Linné, em 1761. A ideia era simular o processo de intrusão do corpo estranho na ostra – e funcionou. O sucesso do experimento lhe valeu um título de nobreza, mas foram necessários alguns séculos para que o processo se tornasse uma praxe.
· No começo do século 20, o japonês Kokichi Mikimoto patenteou o método mais difundido, em que são introduzidas sementes de diversas origens no molusco, que se encarrega de cobri-las com camadas sucessivas de nácar.
· As pérolas cultivadas provocaram uma reviravolta no sistema de avaliação. Em uma história lendária, conta-se que Pierre Cartier comprou a mansão que hoje abriga a sede da joalheria homônima na Quinta Avenida, em Nova York, com um colar de duas voltas de pérolas naturais. O que em 1917 valia US$ 1 milhão, 40 anos mais tarde foi vendido por US$ 151 mil dólares.
· Graças a Chanel, as longas voltas de pérolas caíram no gosto da bailarina Josephine Baker, contemporânea da estilista, que provocou rebuliço ao adotar um colar como único figurino de seus shows
· Depois, foi a vez de as estrelas de Hollywood se renderem ao poder das pérolas. Marilyn Monroe garantiu o aval do star system para a versão cultivada de Mikimoto ao desfilar uma sexy gargantilha, que ganhara de presente do marido, Joe Di Maggio
· Em um dos figurinos mais cultuados da história do cinema, Hubert de Givenchy vestiu Holly Golightly, personagem de Audrey Hepburn em Bonequinha de Luxo, com um longo preto e poderosas voltas de pérolas do acervo do estúdio.
· Elizabeth Taylor tinha particular afeição por La Peregrina, pérola do século 16 que coroava o colar Cartier, presente de Richard Burton, com quem se casou duas vezes. Em 2011, com a morte da atriz, a joia alcançou a incrível marca de US$ 11,5 milhões em um leilão.
· No outono de 1960 a Tiffany & Co. introduziu no mercado as magníficas pérolas cultivadas, com Elizabeth Taylor de garota propaganda, fotografada por Richard Avedon em quatro páginas da revista Harper’s Bazzar, usando apenas quatro fios de pérolas da Tiffany.

Os tipos de pérolas
· Também chamada de pérola japonesa, a akoya é menor, com diâmetro entre 2 e 9,5 mm, e nasce nos mares do Sudeste Asiático – Japão, Coreia e China. As cores variam do branco à rosa, passando por nuances prateadas
· Conhecida como biwa porque nos anos 1950 foi cultivada no lago homônimo no Japão, é encontrada em moluscos de lagos e lagoas. De forma irregular, é menor e menos valiosa, porém tende a ser mais durável. Totalmente composto de nácar, esse tipo de pérola não tem núcleo, ou seja, se forma quando o molusco expele o corpo estranho.
· Menores e menos valiosas, as keshis são consideradas um subproduto das pérolas de cultivo, mas chamam a atenção pelo brilho.
· A maior e mais rara, com gemas que podem chegar a 20 mm de diâmetro, as South Seas foram uma febre nos anos 1990, mas acabaram perdendo espaço para as chinesas, mais baratas e fáceis de serem encontradas. Cultivadas nas costas de corais da Austrália, de Myanmar, do Taiti e das Filipinas, podem ser brancas, negras ou douradas. A negra é chamada de “pérola do Taiti” e pode ter um tom cinza-claro ou exibir um arco-íris de cores

Pérolas sobre as pérolas
· Em 1910, ao abrir sua primeira butique, Coco Chanel divulgou uma de suas famosas frases: “Uma mulher precisa de voltas e voltas de pérolas”.
· Entre os anos 1960 e 1970, uma apaixonada por pérolas, a editora da Vogue: Diana Vreeland, declarou “Nada comunica luxo como as pérolas”.

20
ago
2018
10 aplicativos para você ter uma vida mais sustentável
Postado por Nina Kauffmann - Categorias: Destaques, Moda, Novidades

Quer ter uma vida mais eco-friendly, mas não sabe por onde começar? Use a tecnologia a seu favor
1. PARA APRENDER O BÊ-A-BÁ DA VIDA ECO-FRIENDLY
O app Manuel de Etiqueta Sustentável conta com inúmeras dicas para você economizar energia, evitar o desperdício de água, consumir de maneira mais consciente e reduzir os impactos no meio ambiente. Ótima opção para quem quer dar os primeiros passos para uma vida mais verde! Grátis, ele está disponível apenas para iOS.

2. PARA EVITAR O DESPERDÍCIO DE ÁGUA
Para um consumo de água mais consciente (e com o mínimo de desperdício), Vogue indica dois aplicativos: primeiro, o Virtual Water (U$ 1,99, disponível para iOS), que revela a impressionante quantidade de água gasta na produção de alimentos como ovos, carnes, refrigerantes e legumes. Depois, vale incluir no celular o Pegada Hydros (grátis, disponível para Android e iOS), que calcula a quantidade de água que você gasta no dia a dia em atividades como tomar banho, lavar a louça e escovar os dentes. Além de revelar os litros utilizados na sua rotina, ele mostra em quais atividades você pode ser mais econômica.
3. PARA SABER QUAIS MARCAS TESTAM EM ANIMAIS
Ter uma vida mais sustentável também é consumir de maneira consciente: para tirar todas as suas dúvidas sobre quais marcas testam ou não em animais, o PETA criou o app BNC (Be Nice to Bunnies), que custa U$ 2,99 e está disponível para iOS. De maquiagens a produtos de limpeza, o aplicativo permite que o usuário pesquise por marca, produto ou tipo de produto.

4. PARA GASTAR MENOS ENERGIA ELÉTRICA
Além de pesar no bolso ao final do mês, o consumo excessivo de energia elétrica significa desperdício de um recurso que, muitas vezes, vem de fontes não-renováveis. Para ajudar você a economizar energia elétrica, o app Casa Virtual (grátis, disponível para Android e iOS) permite que você calcule – em tempo real! – quanto está gastando de energia com eletrodomésticos e luz, dando dicas para você reduzir este consumo.

5. PARA REDUZIR SUA EMISSÃO DE CO2
Há dezenas de apps para quem quer contribuir na luta contra o aquecimento global. O Carbon Z (grátis, disponível apenas para Android), por exemplo, calcula a emissão de CO2 de pessoas, empresas, indústrias e até eventos, mostrando quantas árvores você precisa plantar para neutralizar seu impacto. Ele dá até as coordenadas geográficas de lugares acessíveis para você colocar suas sementes!

Outro aplicativo bacana é o Green Tips (grátis, disponível para Android e iOS). Todo em inglês, reúne 150 dicas para quem quer reduzir a emissão de carbono diária em atividades simples relacionadas a água, lixo, transporte e mais.
6. PARA ADERIR AO USO DE BIKE DE VEZ
Quer se “libertar” do uso de carros e passar a ter a bicicleta como meio de transporte? Há centenas de apps para te ajudar. Se a ideia é alugar uma bike, você pode contar com o Bike Rio, Bike Sampa, Ciclo Sampa, Bike POA…Se o seu objetivo for encontrar caminhos seguros para circular pela cidade pedalando, o Strava (grátis, disponível para Android e iOS, que também é favorito de corredores e triatletas) é um app colaborativo em que você pode criar suas próprias rotas ou utilizar aquelas criadas por outros usuários. E, se você não se sente segura com suas habilidades ciclísticas, o projeto Bike Anjo se propõe a ensinar adultos a andar de bike sem medo – e com segurança.

7. PARA ENCONTRAR PONTOS DE RECICLAGEM
Se o seu edifício ou a sua rua não contam com coleta seletiva, isso não é desculpa para não reciclar seu lixo seco. Criado pela Tetra Pak, o app Rota da Reciclagem (grátis, disponível para Android e iOS) conta com um mapa que mostra os pontos de coleta – que vão de cooperativas de catadores a empresas que compram materiais recicláveis – de cidades do Brasil inteiro.

8. PARA ENCONTRAR RESTAURANTES VEGANOS E VEGETARIANOS
Em São Paulo, o SP VEG (grátis, disponível para iOS) é a pedida. Se você estiver viajando por outros estados ou países, não deixe de conferir o VegMan (grátis, disponível para iOS), que localiza restaurantes vegetarianos e veganos no mundo inteiro.
9. PARA ENCONTRAR FEIRAS ORGÂNICAS
Criado pelo Ministério do Desenvolvimento Social (MDS) em parceria com o Idec, o Mapa de Feiras Orgânicas é exatamente o que o nome sugere, abrangindo cidades do Brasil inteiro e mostrando em quais dias da semana cada feira funciona. Grátis, está disponível para Android e iOS.

10. PARA ENSINAR AS CRIANÇAS SOBRE SUSTENTABILIDADE
Tem filhos pequenos e quer ensiná-los a viver uma rotina eco-friendly desde cedo? Além de ter atitudes que sirvam de exemplo para as crianças, uma boa dica é utilizar aplicativos lúdicos que mostrem um pouco do universo green para a garotada. Criado pelo Discovery Kids, o Cidade Verde é um jogo que faz com que as crianças aprendam a reciclar, poupar energia, poupar água e diminuir a emissão de CO2 com muita diversão.

18
ago
2018
Yayoi Kusama ganha documentário
Postado por Nina Kauffmann - Categorias: Destaques, Moda, Novidades

Yayoi Kusama, de 89 anos, ficou conhecida mundialmente como um dos expoentes da arte contemportânea por meio das suas obras com bolinhas multicoloridas, seu quarto infinito de espelhos e sua colaboração com a Louis Vuitton. Mas pouca gente sabe os bastidores do sucesso da artista, que já enfrentou o sexismo e o preconceito em seu meio de trabalho. É isso que o novo documentário em torno da japonesa, Infinity, mostra, costruindo uma narrativa em torno do processo criativo de Yayoi.

O filme, que tem lançamento previsto para o começo de setembro no hemisfério norte, mostra a trajetória de Kusama nos anos 50 e 60, quando lutou a favor do maior espaço das mulheres na arte – até então um segmento onde os homens prevaleciam. Além disso, o longa também resgata a relação da artista com sua mentora, Georgia O’Keeffe. Confira mais no trailer:

Além do lançamento do documentário, o trabalho de Yayoi Kusama também pode ser visto de perto em uma mostra que desembarca em Londres no dia 3.10, no museu Victoria Miro. A exposição fica em cartaz para os britânicos até dezembro.

18
ago
2018