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Amigos e famosos prestigiam lançamento do primeiro livro infantil de Pepita Rodriguez
Postado por Nina Kauffmann - Categorias: Cultura, Destaques, Kids

No último domingo, dia 3 de fevereiro, a atriz Pepita Rodriguez lançou o seu primeiro livro infantil, na Livraria da Travessa, no Shopping Leblon. “As aventuras de Pepitinha” são inspiradas em contos que mesclam ficção e realidade e que foram escritos por Pepita ao longo da vida.

O livro narra a trajetória de uma menina, filha de imigrantes espanhóis, que aos seis anos chega ao Brasil na linda cidade de Penápolis, interior de São Paulo e sonha em ser uma atriz. Pelo caminho, ela passa por diversas aventuras e lições de vida. “As aventuras de Pepitinha” já começou com grande sucesso. Todos exemplares disponíveis na livraria foram vendidos.

No lançamento, amigos como o designer Carlos Alcantarino, a artista plástica Claudia Ganon, o pianista Miguel Proença, a empresária Bernadete Simonelli, Mauro Madalena e Thyna Mendes marcaram presença. Também estiveram presente seus filhos Dado Dolabella e Gilberto Di Pierro, e netos.

Crédito das fotos: Ari Kaye

04
fev
2019
Livro emocionante mostra os desafios do Transtorno do Déficit de Atenção
Postado por Nina Kauffmann - Categorias: Cultura, Kids

Nada dura para sempre, somente o amor de uma mãe. É com essa frase que a escritora Margarete A. Chinaglia resume o enredo do seu livro “Transtorno do Déficit de Atenção – TDA: sob o ponto de vista de uma mãe”. A autora diz que pretende ajudar outras famílias que passam pelo mesmo problema, revelando todos os desafios que enfrentou com a sua filha, desde o diagnóstico na infância até a fase adulta.

Margarete conta que descobriu que sua filha tinha Transtorno de Déficit de Atenção (TDA) aos nove de idade. Ela diz que a luta foi grande. A família buscou apoio em médicos, psicólogos, psicopedagogos e em parentes. Mas ninguém conseguiu diminuir as angústias e medos que sentia. “Desde o diagnóstico, minha vida foi obter conhecimento, estudar e aprender a lidar com o diferente para ajudar minha filha com um único objetivo que ela fosse feliz”.

A vivência a incentivou a escrever o livro com o propósito de ajudar outras pessoas que vivem o mesmo drama. Chinaglia diz que a obra ficou guardada por quatro anos depois de ter terminado de escrever. O receio era com a exposição da sua família, principalmente da filha. “Porém, a vontade de contribuir com outras pessoas me levou a publicar”.

O drama
Segundo a autora, o primeiro desafio foi a aceitação do desconhecido, pois na época pouco se sabia sobre o TDA. Já na adolescência, precisou enfrentar uma escola despreparada para receber crianças com esse tipo de transtorno. Teve de lidar ainda com a ausência de inclusão, além da depressão de sua filha pela baixa autoestima e o isolamento.

No prefácio, a autora preferiu usar o desabafo nas próprias palavras da filha como relato de quem convive com o transtorno na pele todos os dias: “Para mim, vivenciar o TDA foi uma mistura de emoções muito grande: ora depressão ora medo ora intimidação. Às vezes, interminável. Outras, impossível de vencer.”

Como lidar
Margarete aconselha outras mães a sempre ir em busca de diferentes opiniões médicas. Diz para sempre tentar ajudar seus filhos com paciência e persistência. Comenta que, em muitas circunstâncias, é preciso explicar repetidas vezes porque algo não está correto e ter a certeza de que ele entendeu. “O portador de TDA não aprende com os seus erros. Porém, uma hora ele amadurece. Incentive e elogie quando merecer. Não se atenha só nas críticas, elas destroem a autoestima”.

– Espero que o livro ensine que para quase tudo nesta vida há jeito e que as pessoas com TDA também são capazes, basta querer e enfrentar as dificuldades de cabeça erguida. Mostre para seus filhos que diante de qualquer dificuldade, as pessoas que os amam sempre estarão ao seu lado – conclui.

Atualmente
Hoje, a filha de Margarete tem 27 anos e é mãe de uma menina de 5. A autora diz que sua filha tem consciência das limitações dela. O transtorno a fez amadurecer tarde, resultando em muitas dificuldades, erros e sofrimentos. “Algumas vezes, ela comenta que não sabe como foi capaz de tomar certas atitudes. Apesar de saber que o TDA sempre irá acompanhá-la, costuma dizer, ‘Nada dura para sempre, somente o amor de uma mãe!’”.

Sobre a autora:
Margarete A. Chinaglia nasceu em São Carlos (SP), mas tornou-se uma paranaense de coração. Formada como farmacêutica bioquímica, sua atuação é em gestão hospitalar, com objetivo de promover um atendimento de qualidade nos hospitais.

08
jan
2019
Indrodução alimentar na criança
Postado por Nina Kauffmann - Categorias: Bem-Estar, Kids

Os primeiros dois anos de vida são caracterizados pelo rápido crescimento e desenvolvimento da criança, tendo a alimentação um papel fundamental para que isso ocorra da forma esperada.
A Organização Mundial da Saúde recomenda que a introdução da alimentação de forma complementar ao aleitamento, seja iniciada a partir dos primeiros seis meses de vida, já que a composição do leite materno não é mais suficiente para suprir todas as necessidades da criança.
Os hábitos alimentares são determinados por fatores culturais, emocionais, psicológicos, socioeconômicos, mas, a principal influência vem da mãe ou do indivíduo mais ativo na alimentação da criança, sendo o âmbito familiar de grande valia para o estabelecimento de hábitos e comportamentos.
As escolhas do responsável da forma e de como será realizada a mudança do aleitamento materno exclusivo para um consumo alimentar, determina, a curto, médio ou longo prazo, atitudes favoráveis ou não em relação ao aporte nutricional da mesma.
Deve-se iniciar sem rigidez de horários, de forma tranquila, sem pressa, respeitando sempre a vontade da criança. Jamais, obrigue-a a comer, sempre encoraje-a a provar diversas cores, sabores, texturas, sem tirar a atenção da refeição, pois é um momento de aprendizado.
Priorize alimentos naturais, orgânicos, cozidos, evitando sempre adição de sal ou açúcar, e/ou, alimentos ultraprocessados e industrializados, quanto mais natural possível, melhor.
A partir do momento em que o desenvolvimento motor permitir ter uma postura ereta e uma motricidade fina para pega dos alimentos, o ideal é a criança experimentar diversas formas de estímulos, como: tátil, olfativa, gustativa, visual para reconhecimento e memorização de cada alimento. Esse método chamado BLW (baby-led weaning, algo como desmame liderado pelo bebê), ganha a cada dia, mais destaque para passar por essa fase, que fica longe de papinhas e colheres. Indo direto ao ponto: trata-se de, no momento em que a criança está pronta pra começar a introdução de alimentos sólidos (por volta dos seis meses), colocá-la à mesa sempre com a família e observar o interesse que demonstra pela comida, deixando-a manipular os alimentos com as próprias mãos, em uma aventura exploratória sem precedentes.
O alimento além de nutrir também forma a base emocional e fortalece a mente. Não dê as crianças alimentos que criam paladares viciantes, como alimentos açucarados, de recompensa emocional que geram ansiedade e angústia. Quebre padrões, reinvente tradições, adapte e dê saúde e fortaleza.
Não ensine errado, para quem pode começar certo!

Isabela Castro
Terapeuta Ayurvédica
Natural Chef

12
dez
2018