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Verão tem tudo que o carioca gosta!!!!
Postado por Nina Kauffmann - Categorias: Bem-Estar, Destaques

O verão é a estação mais quente do ano, com temperaturas elevadas. Fiquem de olho na hidratação, pois a falta de água pode trazer consequências indesejáveis como fadiga, dor de cabeça, tontura, fraqueza, entre outros sintomas. Sentir sede já pode ser um pequeno sinal de desidratação. Aqui vai duas dicas de bebidas super refrescante:

1 copo de água de coco com 4 folhinhas de menta ou
1/2 manga, 1/2 copo de água com uma colher de café de semente de cardamomo
Bata no liquidificador e se delicie!

Devem ser tomados outros cuidados especiais também em relação a higiene e a refrigeração dos alimentos, evitando assim o risco de infecções e suas consequências devido a contaminação dos mesmos. Não deixe nada fora da geladeira, lave muito bem seus alimentos com uma escovinha apropriada, seque e armazenem se possível em travessas de vidro.

Verduras e legumes devem compor boa parte da nossa alimentação, no ayurveda, nessa época do ano damos preferência aos sabores doces, adstringentes e amargos, por serem alimentos com potências mais frias. Até mesmo um chá morninho cai bem com escolhas de ervas que refrescam, como cominho, coentro e funcho.

O cuidado com a pele vale a pena! E mais uma vez a escolha do óleo para sua automassagem deve ser óleos com potências frias, como óleo de girassol e coco, que auxiliam na hidratação e nutrição da pele, e tem mais, o óleo de coco tem fator protetor 17 e funciona como um leve protetor solar! Lembrando coloque na sua pele somente aquilo que podemos ingerir!

A cada estação o ayurveda te propõe a mudança na alimentação, nas atividades físicas, nos autocuidados! Viver de acordo com as estações do ano é manter o seu equilíbrio! Muda o estilo de vida, e fica a saúde!

Isabela Castro

Natural Chef

Terapeuta Ayurvédica

19
jan
2019
Nome & Sobrenome Por Xico Gonçalves
Postado por Nina Kauffmann - Categorias: Destaques, Moda

Muitas mulheres ao calçar um sapato salto Anabella desconhecem a origem do nome escolhido pelos fabricantes para este produto de moda.
Poucas sabem que estão pisando em cima de uma das estrelas mais deslumbrantes dos tempos de ouro de Hollywood.
Ficou surpresa?
Muitos termos de moda foram batizados com os nomes próprios de pessoas com estilo ou que criaram o “estilo”.
Listei algumas peças com nome e sobrenome.
Itens que ganharam o nome de seus criadores.

Nomes da moda
Cor Azul Klein
O azul Klein também é chamado pela moda de azul caneta e tem se mantido nas cartelas mais influentes há muitas estações.
O azul Klein foi criado por Yves Klein, que nasceu em Nice, França, e muitas das suas obras da década de 1950 são quadros monocromáticos em azul, que ele patenteou como Azul Internacional Klein.
Salto Anabella
Nome de um salto inteiriço que foi popularizada pela atriz hollywoodiana dos anos 1930, chamada de Anabella.
Anabella, além de ser famosa pelo salto, é também conhecida por ter sido casada com Tyrone Power, uma espécie de Brad Pitt da década de 1940.
Salto Sabrina
Nesta linha de saltos, “Sabrina”, nome do salto agulha, mais baixo (4 a 5 cm.) ganhou o nome da personagem interpretada por Audrey Hepburn em “Sabrina”, filme americano de 1954 dirigido por Billy Wilder.
Tênis Adidas
Marca fundada por Adolf Dassler (1900-1968) para sapatos de ginástica, confeccionado na pequena fábrica que montou com o seu irmão Rudolf em Herzogenaurach, na Baviera.
Em 1948 os dois irmãos se separam.
“Adi” funda a Adidas (contração do seu nome e apelido) e Rudolf cria a marca Puma.
Bolsa Lady Di da Chistian Dior
Sucesso absoluto dos anos 1990 a bolsa a tiracolo é enfeitada com letrinhas do nome Dior penduradas no zíper.
Ficou famosa em todo mundo nas mãos de Lady Diane Spencer, a Lady Di e por isto a casa Dior resolveu batizar com o nome dela a sua bolsa mais famosa.
Bolsa Kelly da Hermes
Bolsa criada em homenagem a atriz e princesa de Mônaco Grace Kelly pela Casa Hermès de Paris e que também homenageou a atriz e cantora Jane Birkin (“Je táime moi non plus”) com uma bolsa similar chamada de Birkin.
Recentemente, após Jane Birkin assistir a um documentário feito pelo PETA (Pessoas pelo Tratamento Ético dos Animais, na sigla, traduzida do inglês), sobre a produção do couro usado por empresas fornecedoras de matéria-prima para a grife, ela pediu que a marca retirasse seu nome do acessório de luxo devido ao “fato das práticas cruéis de criação e abate de crocodilos”,
Chapéu Borsalino
Famosa marca de chapéus italianos fundada em 1857 por Giuseppe Borsalino.
Acabou batizando um tipo de chapéu mole em palha.
Sua mais importante aparição foi no filme “Casablanca”, mas foi nome de filme estrelado por Alai Delon e Jean Paul Belmondo “Borsalino”(1970)
Sapatilha Brigitte
Sapatilha rasteira tipo balé com um detalhe de pompom de couro sobre o peito do pé.
Ganhou este nome por causa da atriz francesa Brigitte Bardot, uma super fã desta modelagem nos anos 1960.
Blusa Cacharel
É uma grife francesa de roupas criada em 1962 por Jean Bousquet.
O nome vem do marreco “cacharel” que assim é chamado em algumas regiões do sul da França.
O lançamento de blusas finas de algodão com sua marca e uma capa na revista Elle em 1963, colocaram a etiqueta no mercado internacional da moda.
Popularmente é uma blusa de gola alta lançada com muito sucesso nos anos 1970 e que ficou conhecida por ” Cacharel”, nome da marca que a criou.
Comprimento Chanel
O nome da famosa costureira francesa batiza o comprimento de saias cobrindo o joelho, corte de cabelo geométrico e curto e a bolsa com alça de corrente e corpo matelassada.
Cardigan
Casaco de malha, tricotado em casa ou produzido industrialmente com mangas compridas e botões na frente.
Inicialmente usado pelos oficiais do exército britânico durante a guerra da Criméia, deve o seu nome ao sétimo conde de Cardigan, James Thomas Brudenell (1797-1868), que comandava uma das brigadas.
Durante o século XX foi adaptado ao uso casual.
O “twin set” constituído por camiseta e casaco em malha foi introduzido na moda nos anos 1930, é um desdobramento da cardigan tradicional.
Clutch Farah Diba
A imperatriz popularizou uma pequena carteira de mão em metal usada em festas e copiada até hoje no mundo inteiro e que por isto ganhou o seu nome pessoal.
Farah Pahlavi foi uma imperatriz (conhecida como Farah Diba), terceira esposa de Mohamad Reza Pahlavi e a última (e única moderna) Shahbanu (Imperatriz) da Pérsia.
Foi coroada Rainha pelo casamento com o Xá em 1959, e em 1967 foi a primeira Imperatriz do Irão a ser coroada nos tempos modernos.
O fim da monarquia em 1979 fez com que fosse a última Imperatriz.
Decote Dior
Decote de ombro a ombro com uma gola lançada pelo costureiro francês Christian Dior na coleção de 1947 batizada de “New Look”.
Foi um sucesso nos anos 1950 e voltou com força na moda no início da década de 1990.
Cabelos a la Farrah Fawcett
Foi um ícone da cultura pop e teve o corte e o penteado dos cabelos copiado por milhões de mulheres dos anos 1970 e 1980.
Farrah Fawcett foi atriz e modelo norte-americana, um dos maiores símbolos sexuais femininos e uma das mulheres mais bonitas de todos os tempos.
Ganhou fama internacional interpretando Jill Munroe, detetive na série “As Panteras”.
Textura Jacquard
Tipo de textura feito no tricô e em tecidos.
Ganhou este nome graças ao nome do inventor francês Joseph-Marie Jacquard que descobriu como manufaturar estas texturas com mecanismo bem complexo.
Camiseta Lacoste
Identifica as camisas pólo e ganhou este nome graças ao campeão de tênis francês René Lacoste, também conhecido por “o crocodilo”.
Ao criar este formato de roupa para tênis resolveu bordar a sua marca “animal” no peito.
Xadrez Príncipe de Gales
Padrão de estampa no tear lançado na Inglaterra por Eduardo VII, quando ele ainda não tinha sido coroado-daí o nome Príncipe de Gales, atribuído ao xadrez de riscas irregulares explorando cores neutras.
Manga Raglan
Esta manga cortada em diagonal sem cava foi batizada com o nome de Lord Fitzroy Raglan, comandante britânico na guerra da Criméia.
A falta de um braço do comandante originou este formato de manga.
Casaco Spencer
Paletó curto acima da cintura criado pelo inglês Lord Spencer no final do século dezenove para ser usado para montar a cavalo.

Geografia na moda
Muitas roupas ficaram associadas ao nome dos lugares onde se tornaram populares com cacife para ganhar o reconhecimento do mundo e inspiração de muitos estilistas.
Bermudas
Origem: Arquipélago da Bermudas
A lei local proibia mulheres de shorts e as turistas levaram a idéia para casa
Cetim
Origem: China
O nome é em homenagem a cidade Zaitun (pronuncia-se cetim) tecida em seda ou fibra sintética.
Chapéu Panamá
Origem: Equador
Chapéu de palha em cor clara é chamado de “Panamá” erroneamente e ficou com este nome por ter sido usado pelo presidente americano Theodore Roosevelt em visita ao Canal do Panamá em 1906.
Saint-tropez
Praia francesa muito famosa nos anos 1960, graças a vanguarda dos frequentadores.
O nome Saint- Tropez foi atribuído as calças e saias de cintura baixa que deixam o umbigo de fora, e que permanece atual.
Calça Capri
Calça mais curta e justa que ficou popular nos anos 1950/60, preferidos de estrelas como Brigitte Bardot e Audrey Hepburn.
O nome “Capri” vem de uma charmosa ilha italiana situada no golfo de Nápoles, na região da Campânia, no mar Tirreno, a pouca distância do continente.

19
jan
2019
Estrela Guia Por Xico Gonçalves
Postado por Nina Kauffmann - Categorias: Destaques

O mundo sofisticado perdeu sua representante mais nobre.

A estrela guia da sociedade do Rio de Janeiro saiu de cena.

Aos 78 anos, Gisella Amaral recebeu convite para brilhar em outra constelação neste céu de início de janeiro.

E deve ter sido recebida por Deus, para quem orava todos os dias da sua vida.

Além da fé, a elegância era sua marca registrada, tanto que na maturidade- em 2016, lacrou como modelo para a grife Eva, do grupo Reserva e foi a musa da campanha deste inverno da marca.

Aos 75 anos com styling de Dudu Bertholini, ela posou com peças inspiradas nos anos 1960, e arrasou em apenas três horas de estúdio.

Gisella vivia com o marido, o empresário Ricardo Amaral- considerado o rei da noite carioca, dono de várias casas noturnas como a chiquérrima “Hippopotamus”, no Rio de Janeiro.

Morava em uma cobertura tríplex, no Leblon, com a sala de visitas decorada com telas de Di Cavalcanti e Djanira, quadros com araras e porcelanas chinesas.

Apesar de um ícone da elegância e bem receber, ela nunca gostou de ser chamada de socialite.

Se denominava como uma empresária social, já que trabalhava em prol de 39 entidades de filantropia.

Dona de uma agenda de telefones poderosa, era famosa por tratar da mesma forma do porteiro ao presidente da República.

Conseguia comparecer a três eventos numa só noite. Seu segredo, como ela dizia eram os três S: surgir, sorrir e sair.

ESTILO ETERNO

Ela portava maxibijuterias e um lindo cabelo grisalho como ninguém.

Vestia desde Guy Laroche, Givenchy e Gianfranco Ferré até roupas compradas nas boutiques de Ipanema com o mesmo glamour.

“Visto o que me cai bem, sem me importar com marcas. Já usei vestidos de alta-costura belíssimos em festas badaladas de Paris, nos anos 1970, mas eles eram emprestados por grifes como Dior, Givenchy, Chanel”, declarou certa vez em uma entrevista.

Gisella não usava joias, além da aliança de casamento e um anel no dedo mindinho, com a imagem da Medalha Milagrosa, que ganhou de presente de uma amiga.

Pesava 53kg e media 1,70m. Medidas de modelo top.

Usava sempre os olhos marcados por lápis preto e delineador.

Gostava de perfumes com jasmim na composição.

Nunca escondeu as plásticas que fez.

Além das próteses de silicone que usava desde a mastectomia, fez liftings no rosto e aplicações de toxina botulínica.

O nariz, por volta dos 40 anos, foi operado por Ivo Pitanguy.

FIM DE UMA ERA

Na década passada, Gisella enfrentou o câncer quatro vezes.

Infelizmente perdeu esta última batalha.

Deixa o marido, Ricardo Amaral e filhos Rick e Bernardo, o filho mais novo, que deu a ela as netas Maria Julia, Mariana e Maria Fernanda que ela chamava carinhosamente de “amaralitos” (de Amaral).

Gisella foi deixar o céu mais brilhante e as estrelas fulgurantes e encontrar outra diva da sociedade carioca, Carmen Mayrink Veiga, que se despediu das festas terrenas em 2017.

Fica a saudade de uma mulher que foi impecável na vida e na aparência e de uma época glamorosa que não volta mais.


16
jan
2019
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