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Ayurveda & Mulher Por Isabela Castro
Postado por Nina Kauffmann - Categorias: Bem-Estar

A natureza, em sua majestosa sabedoria, concedeu ao ser feminino o dom de gerar e nutrir a vida. Esse dom apresenta-se na forma de sabedoria, força e capacidade fisiológica. Tal evento transforma o corpo da fêmea, abrigando em seu ventre a vida e a vitalidade do novo ser.

Reproduzir é primordialmente garantir a perpetuação da espécie onde a energia masculina e a feminina, em comunhão, originam, através de suas referências bio-psico-energéticas, a entidade herdeira de sete gerações, no caso dos seres humanos.

Sim, mulheres são cíclicas, mas vivemos em uma sociedade, em sua maioria, dominada pelos princípios masculinos, que é linear, focado na produtividade. Quando ignoramos nossa natureza cíclica para nos encaixarmos no esquema linear, todo nosso sistema sofre e muitas vezes entra em colapso.

Stress, ansiedade, depressão, são alguns dos efeitos emocionais; Dificuldades menstruais, infertilidade e distúrbios da menopausa são os aspectos físicos que afetam muitas das mulheres nos dias atuais.

Certamente não há escassez de informações ou educação sobre saúde – como cuidar dos dentes, como se alimentar bem e cuidar seu coração e ossos, como manter seu intestino saudável – mas como você cuida de seu útero, o que isso significa e por que é importante?

Estar atenta a essas mudanças e agir de acordo com esse fluxo tão poderoso é o que certamente ajuda as mulheres a se sentirem equilibradas, caso consigam estabelecer uma alimentação, rotina e estilo de vida de acordo com essa flutuação natural, ou é o que pode precipitar desarmonias ou até doenças, caso essa inteligência intrínseca do fluxo não seja respeitada.

Esta ciência e medicina tão ancestral já descreve nos seus livros clássicos, maneiras de nós mulheres nos conectarmos com esse ciclo, honrando nossa energia feminina tão fantástica e milagrosa que é até capaz de gerar e colocar no mundo uma nova vida.

“Abraçando os ciclos do feminino”

Para o Ayurveda, existem 7 tecidos principais que necessitam de nutrição adequada. Eles recebem essa nutrição através da comida que ingerimos e que, após ser metabolizada pelo nosso Agni ou fogo digestivo, dá substrato para todos os tecidos. Mas cada tecido também dá parte do que é obtido em seu metabolismo próprio ou metabolismo celular para formar o próximo. Os tecidos são, em sequencia de nutrição: Plasma, Sangue, Tecido Muscular, Tecido Gorduroso, Tecido Ósseo, Tecido Nervoso e Tecido Reprodutivo.

O Tecido Reprodutivo (Sukra) é o ultimo a receber nutrição, segundo Ayurveda. Seu nome, Sukra, significa Vênus (o planeta “do amor”) e faz referência à capacidade desse tecido em dar origem a um novo ser, à sua qualidade causal, de formar uma nova vida. O fluxo menstrual, nesse contexto, seria um subproduto dos tecidos mais básicos do corpo, o Plasma principalmente e o Sangue.

Depois que ingerimos o alimento, esse sofre transformação através dos sete níveis de tecidos, nutrindo todo corpo. O fluxo menstrual real é considerado um subproduto da primeira camada, Rasa Dhatu, ou plasma. O plasma é um veículo de nutrição. Carrega hormônios, vitaminas, minerais, água – todas as fontes de nutrição. Quando esta camada é saudável e flui livremente, o mesmo acontece com todos esses nutrientes, assim como os resíduos, para que possam deixar o corpo nutrido e limpo com facilidade.

O alimento ingerido formaria o tecido Plasma após uma média de 4 horas depois da refeição e uma espécie de subproduto do metabolismo do Plasma nas mulheres se acumularia no tecido reprodutivo durante todo o mês, por fim se descamando em forma de FLUXO MENSTRUAL, se não há a nidação do embrião.

Dessa forma, podemos ver que o fluxo menstrual tem intima relação com o que nos alimentamos. E não podemos esquecer que a alimentação se dá tanto num nível físico, quanto energético, mental e espiritual, ou seja, em ultima instância, o fluxo menstrual tem intima relação com a comida que conseguimos digerir, com a qualidade da água que bebemos, com as emoções que vivemos, os estímulos, impressões e sensações a que somos submetidos (e nos submetemos) durante aquele determinado mês.

Prestando atenção ao seu fluxo, às suas qualidades e às suas experiências antes e depois da menstruação, você pode ter uma forte noção de como estão suas bio essências antes mesmo de se concretizarem em um nível denso em outras camadas do corpo, ou seja, antes mesmo que seu desequilíbrio se estabeleça como doença. Isso dá uma oportunidade de intervenção para que a fisiologia do corpo possa retornar a um equilíbrio mais forte e, portanto, a uma saúde mais forte. Prestando atenção no fluxo menstrual também podemos analisar como foi nossa alimentação, rotina, estado mental e poder de digestão durante todo o mês que passou. Isso é uma ótima maneira de estabelecermos uma relação de autoanalise com nosso corpo e uma possibilidade de melhora, de cuidado e de auto responsabilidade sobre nossas vidas.

Referência:

Charaka Samhita – Texto clássico do Ayurveda

Manual do ciclo menstrual – Dra Ananda Ruguê


Isabela Castro

Natural Chef

Terapeuta Ayurvédica

55 21 998093222

17
mar
2019
Pousada Maravista junto ao seu Spa promovem tarde de Beleza , Saúde e Bem Estar.
Postado por Nina Kauffmann - Categorias: Bem-Estar, Destaques, Eventos

A Pousada Maravista localizada na praia de Geribá em Búzios , conta agora com um serviço de Spa e ontem (16/03) promoveu o Beauty Day – Spa do Bem . O objetivo do evento foi apresentar aos convidados e moradores este novo serviço e também homenagear as mães da APAE – Búzios pelo Dia Internacional da Mulher . No decorrer do dia as mães da APAE tiveram um dia de rainha , e eu pude presenciar a felicidade destas mães guerreiras. No fim da tarde aconteceu um bate papo com convidados especiais : Rudi Werner ,a jornalista esportiva Carol Barcellos, a Chef Ayurvédica Isabela Castro e com o especialista em harmonização facial Alvaro Linhares . Foi maravilhoso , Adorei !!
Fotos Gonzalo Arselli

 

17
mar
2019
Quando é necessário usar aparelho auditivo *Fonoaudióloga Dra. Cintia Fadini Knap
Postado por Nina Kauffmann - Categorias: Bem-Estar

Há pessoas que escutam, mas não entendem o que outros falam. Tem gente que não consegue ouvir televisão nem quando alguém liga pelo telefone. Há também quem reclame de zumbido nos ouvidos. Por conta desses problemas de audição, muitos se isolam e até deixam de participar de reuniões sociais e festas. Esses são exemplos de pessoas que precisam utilizar aparelhos auditivos. Mas esse assunto ainda causa constrangimento.

Ter de usar um aparelho auditivo não é motivo para se envergonhar. Pelo contrário, é uma forma de melhorar a qualidade de vida, ser mais ativo socialmente, comunicar-se melhor e não correr riscos por não ouvir quando estiver pelas ruas.

Antigamente, o transtorno era grande. Quem tinha problemas auditivos precisava, por exemplo, usar enormes aparelhos. Depois, vieram os tubos que eram mais finos. Mas, hoje, temos equipamentos imperceptíveis que trazem gigantescos benefícios. Muitas vezes, as pessoas em volta nem conseguem notar o aparelho.

Na virada do século XXI, a tecnologia computadorizada tornou os aparelhos auditivos menores, ainda mais precisos e com ajustes para se acomodar virtualmente a todo tipo de ambiente. Os equipamentos de última geração podem continuamente se ajustar para melhorar a qualidade de som e reduzir o ruído de fundo. Além disso, há aplicativos com conectividade com o som direto no aparelho auditivo.

Diferente do que alguns acreditam, o uso de aparelho não causa efeito colateral. Pelo contrário, há tratamento de zumbido que é realizado por meio desses equipamentos. Em muitos casos, isso é causado pela perda auditiva. Por conta disso, o cérebro compensa com o zumbido o som que falta. Dentro dos aparelhos auditivos é possível ajustar e corrigir a audição para oferecer sons com o intuito de minimizar esse problema.

Existem três tipos básicos de aparelhos auditivos: com receptor no canal (RIC: Receiver-in-canal); utilizados atrás da orelha (BTE: Behind-the-ear); e aqueles utilizados na parte interna da orelha (ITE: In-the-ear). O modelo correto vai depender da deficiência auditiva e também da anatomia da orelha, além das preferências pessoais considerando a tecnologia e até o design. Hoje, há muitos modelos no mercado. Com a ajuda do fonoaudiólogo, é possível escolher o modelo que mais agrada para a dificuldade.

Existem dois tipos principais de perda auditiva: a neurossensorial e a de condução. A primeira acomete o nosso sistema auditivo interno e pode ser desencadeada por exposição ao ruído, envelhecimento, alguns remédios ototóxicos, como alguns antibióticos de atividade bactericida, doenças entre outras etiologias.

Já a de condução pode acontecer por conta do acúmulo de cera, rigidez no sistema, inflamações e infecções e outras doenças. Também há casos que a pessoa apresenta os dois tipos de perda auditiva, condutiva e neurossensorial.

O exame de perda auditiva deve ser sempre levado a sério. É realizado por meio da avaliação clínica, anamnese (entrevista inicial), inspeção clínica da orelha, audiometria, imitanciometria (avaliação das condições da orelha média e da tuba auditiva) e alguns exames objetivos da audição.

É fundamental a atuação conjunta entre o médico otorrinolaringologista e o fonoaudiólogo. Dessa forma, a pessoa pode retomar suas rotinas normais com melhor qualidade de vida.

*Dra. Cintia Fadini Knap
Fonoaudióloga pela Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Mestrado em Distúrbios da Comunicação Humana (UNESP)
Pós-Graduação em Processamento Auditivo Central pelo (CEFAC-SP)
Revenda de Aparelhos Auditivos Rexton

14
mar
2019
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