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Dia de todas mulheres Por Xico Gonçalves
Postado por Nina Kauffmann - Categorias: Destaques, Moda

Mesmo a mais linda das mulheres tem alguma parte do corpo que não a agrada.
É uma atitude tipicamente feminina em qualquer silhueta.
Parece fazer parte do DNA.
Por isto, o maior sucesso de Coco Chanel foi ter criado roupas favorecedores para a maioria dos formatos femininos.
Uma roupa, uma modelagem, uma cor ou comprimento podem ocasionar milagres ao visual.
Como uma ilusão de ótica.
Listei algumas queixas que em geral as mulheres reclamam e tentei através das roupas equilibrar a silhueta.
Mas a melhor vestimenta é sempre a autoconfiança.
Quando a gente acredita que está bem vestida, ganhamos uma personalidade mais confiante.
É automático.
Uma aparência aceitável faz qualquer pessoa se sentir melhor e faz com que as pessoas a tratem com mais respeito.
Se alguma parte do seu corpo está bloqueando sua autoestima a roupa pode libertar através das cores e modelagens que a moda propõe.
A maioria das mulheres já sabe o que lhe fica bem, mas para as que têm dúvidas, elaborei um guia com alguns truques baseados no que os olhos percebem e no que as roupas exibem.

Pequenos problemas, grandes soluções
Ombros estreitos
Encare
· Cavas americanas, regatas cavadas, decotes em “V”, enchimentos nos ombros, decote canoa, alças finas.
· Decote ombro a ombro, quadrado e coração.
· Mangas curtinhas ou volumosas.

Perigo
· Mangas raglan, cavas japonesas ou caídas.
· Gola afastadas do pescoço para os lados e rulê.
· Saias volumosas.
· Camiseta justa

Ombros grandes
Encare
· Alças largas, blusas quadradas, cava no lugar, decote de camiseta regata, manga raglan.
· Saias plissadas, godê ou com volumes.
· Casacos sem ombreiras.

Cintura alta
Encare
· Colares longos.
Perigo
· Decotes frente única, ombro a ombro, tomara-que-caia, cavas americanas, enchimentos e detalhes nos ombros.
· Calças ou saias acinturados, altas ou muito justas.
· Gargantilhas.

Busto Volumoso
Encare
· Sutiãs bem estruturados, malhas, camisas e paletós soltos, com modelagens que não acentuem o tamanho do busto.
· Decote “V” ou “U”, sempre longe do pescoço, alças largas, camisas e blusas desabotoadas até o permitido.
· Cavas confortáveis ou retas e amplas.
· Calças e saias de cintura baixa.
· Detalhes nos ombros.
· Ombreiras
· Gargantilhas choker
· Paletós traspassados
Perigo
· Peças justinhas ou acinturados, decotes muito fechados.
· Cintos largos, echarpes ou bijuterias na lapela.
· Saias justas ou muito volumosas.
· Colar volumoso ou botões extravagantes.

Busto pequeno
Encare
· Peças drapeadas, tomara-que-caia com barbatanas, sutiãs de armação que fazem o pequeno parecer maior.
· Cores e estampas arredondadas na área do busto.
· Listras diagonais
· Decotes em “v” e efeito envelope (transpassado)
Perigo
· Tops muito colados ao corpo.

Falta de cintura e barriguinha
Encare
· Ênfase nos ombros e quadris para criar a ilusão de uma cintura fina.
· Recortes que dão a impressão de afinar a silhueta.
· Tops bicolores com laterais mais escuras.
· Decote ombro a ombro e ombreiras.
· Cintos finos escuros ou claros marcando a cintura.
· Lenços, colares e detalhes na linha dos ombros.
· Casacos acinturados com abas ou lapelas de bolso que aumentam suavemente a linha dos quadris.
· Calças e saias de cintura baixa.
· Vestidos com corte abaixo do busto, saias mais curtas.
· Saias pregueadas ou plissadas.
· Detalhes na cabeça
Perigo
· Calças na cintura, saia de cintura alta.
· Detalhes de cor, listras, drapeados ou modelagens horizontais da cintura para cima.
· Barriguinha de fora, coletes e blusas que terminem na cintura.
· Blusas ou camisas por dentro do cós.
Bumbum reto
Encare
· Calças de cintura mais baixa, bolsos traseiros, cintos soltos nos quadris.
· Blusas amarradas abaixo da cintura.
· Saias evasê ou com volume.
· Saias curtas
· Saias com fendas na frente (tira a atenção das costas)
· Salto alto
· Bolsas pequenas
Perigo
· Roupas colantes ou casacos que cortam ou deixam as nádegas à mostra.
· Saias ou calças justas com blusas por dentro.
· Vestidos colantes.

Quadris largos
Encare
· Calças retas sem pregas e nem detalhes, soltas ao corpo afunilando suavemente em direção a bainha. Preferência para cores escuras.
· Saias mais longas e de corte enviesado. Blusas e túnicas que cubram os quadris.
· Malhas fininhas escuras ou neutras amarradas sobre os quadris.
· Decotes amplos, xales e colares importantes que atraiam o olhar para a parte de cima do corpo.
· Ombros e peças estruturas na parte superior do corpo.
Perigo
· Tops muito justos, cintura marcada, cintos destacados e saltos muito altos
· Cintura baixa, calça cargo, corsários, jeans e calças justas, especialmente em cores claras e branco.
· Fendas laterais, saias ajustadas, tecidos com elastano e comprimentos acima do joelho.
· Drapeado ou contrastes de cor na altura dos quadris.

Pernas curtas
Encare
· A linha adequada é vertical: cortes, listras, aberturas. Tudo o que alongue o corpo.
· Roupas soltas, calças justas ou retas bem compridas.
· Vestidos ou saia curta, longas enviesadas e sem volume, shorts.
· Sapato de salto, plataformas delicadas.
· Detalhes acima da linha da cintura. Pode exagerar um pouco para chamar o olhar para cima.

Perigo
· Calça corsário, leggings e bermudões.
· Cintura baixa.
· Saias e calças volumosas.
· Bainhas sobrando nas calças ou viradas.
· Sapatilhas.

Pernas finas
Encare
· Peças amarradas (tipo canga), drapeados, estampas.
· Saias mais longas retas ou evasê.
· Calças em tecido firme com modelagem próxima das pernas.
· Jeans ajustado.
Perigo
· Peças superiores volumosas, que destaquem as pernas.
· Calças amplas ou curtas em tecidos molengos.
· Mini saia e meias escuras ou coloridas.

Pernas grossas e culotes
Encare
· Linhas verticais, cortes evasê, pregas e listras (dão um bom resultado para esta silhueta).
· Jogue com cores. A parte de baixo sempre mais escura que a de cima.
· Saias longas, pantalonas, calças afuniladas, plissados retos, vestidos tubo.
· Vestidos e casacos levemente acinturados, bermudões, calças estilo masculino.
· Cintura mais baixa, cintos finos de destaque.
· Valorize seios e colo.

Perigo
· Vestidos cortado na cintura ou justos, malhas e tecidos colantes.
· Calça fuso, leggings, montaria (a não ser usadas com blazer, casacos ou camisas para fora). Bainhas sobrando ou viradas.
· Roupa íntima apertada
· Sapatos muito delicados, em desarmonia com o peso das pernas.

Tornozelo grosso
Encare
· Quanto mais pesado for o sapato, menor vai parecer o tamanho do tornozelo.
· Aposte nas plataformas, botas e meias escuras com qualquer sapato.
Perigo
· Sandálias delicadas com tiras no tornozelo ou de amarrar nas pernas.
· Comprimento mídi.

Ilustrações Xico Gonçalves

08
mar
2019
Visita da rainha do Congo à Casa França-Brasil
Postado por Nina Kauffmann - Categorias: Cultura

Rainha da República Democrática do Congo será recebida na Casa França-Brasil nesta segunda-feira
Turnê de Diambi Kabatusuila pelo Brasil marca o primeiro encontro de uma soberana bantu com seus descendentes após a escravidão colonial
Coroada como governante do povo Bena Tshiyamba de Bakwa Indu, na República Democrática do Congo, em 31 de agosto de 2016, a rainha Diambi Kabatusuila, que está em turnê pelo Brasil, será homenageada nesta segunda (11/03), na Casa França-Brasil. Ela já passou por Salvador, na Bahia, onde desembarcou dia 27 de fevereiro, e por Belo Horizonte. Depois do Rio de Janeiro, segue para São Paulo, de onde volta dia 15 para Kinshasa, capital do seu país.
O Congo faz parte do grupo de países de origem bantu, primeira etnia de africanos que veio escravizada para o Brasil e de enorme importância para a formação da nossa linguagem, culinária, formação do samba, capoeira e nas práticas medicinais e ritualísticas que favoreceram o nascimento da umbanda. A rainha congolesa, detentora do título de Diambi Mukalenga Mukaji Wa Nkashama (Rainha do Ordem do Leopardo), desde muito jovem mostrou interesse pelas questões de restauração da identidade africana. Um de seus principais projetos, além de comandar uma empresa de desenvolvimento rural de Kasaï Central, é buscar alianças para mudar a narrativa sobre o povo africano pelo mundo.
“As expressões das culturas africanas foram tão brutalmente reprimidas e demonizadas durante vários séculos, com o único propósito de explorar os africanos e suas terras, que muitos africanos perderam o senso de si e o que significa ser africano hoje. Os africanos em todo o mundo acostumaram-se a acreditar que não são dignos e que a única maneira de melhorar sua vida é adotar e imitar todos os padrões do Ocidente para reger todos”, observa.

Nascida na Bélgica, filha de mãe belga e pai congolês diplomata, a rainha Diambi é doutora em direito e filosofia e mestre em psicologia aplicada. Também possui formação de professora de matemática e francês e é bacharel em finanças e economia, tendo trabalhado durante vários anos como consultora econômica no Observatoire Social Européen, em Bruxelas, para a Comissão Europeia. A soberana fala seis idiomas, é mãe de dois filhos e tem um neto.

A visita da rainha Diambi e comitiva de mais de dez pessoas, composta por uma princesa, um príncipe e intelectuais, além de valorizar e celebrar povos e tradições africanos, também tem por objetivo promover encontros interculturais. Na Casa França-Brasil, lideranças indígenas ocuparão posição de destaque no evento.

Programação da recepção à Rainha Diambi Casa França-Brasil (equipamento da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa):

14h30 – Palavra do Secretário de Estado de Cultura e Economia Criativa, Ruan Fernandes Lira.
Cânticos Sagrados Indígenas: Weena Tikun – cantora indígena

14h50 – Cânticos Sagrados da Nação Kongo-Angola de Tumbondo Muna Nzo kongo dya Mayala (Homens da Casa Sagrado do Governo Kongo)

15h30 – Bateria Fina Batucada, sob a direção do mestre Riko, da Escola de Música Villa-Lobos

16h – Lançamento do livro “Índios na cidade do capital – Indígenas em contexto urbano na cidade do Rio de Janeiro em tempos de barbárie”, do escritor e doutor em serviço social William Berger

17h – Abertura da mesa “Etno-empreendedorismo, resistência étnica e qual é a sua raiz?

17h50 – Desfile de moda étnico-racial dos valores civilizatórios dos povos indígenas e africanos.

Casa França-Brasil – Rua Visconde de Itaboraí, 78 – Centro.

Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa

08
mar
2019
Côndor” abre a temporada 2019 do Theatro Municipal do Rio de Janeiro dia 15 de março
Postado por Nina Kauffmann - Categorias: Cultura

Última ópera escrita por Carlos Gomes terá o soprano Eliane Coelho e o tenor Fernando Portari como artistas convidados 

O Coro e a Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro se unem para apresentar “Côndor”, a última ópera escrita por Carlos Gomes. O espetáculo de abertura da temporada de 2019, dia 15 de março, terá uma nova récita dia 17 de março, ambas com a regência do maestro Luiz Fernando Malheiro. A montagem resgata a importância da derradeira ópera composta por Carlos Gomes, que estreou no Teatro alla Scala de Milão, em 1891.

“Côndor” é considerada hoje em dia, por críticos e amantes da música, uma das obras mais elaboradas do nosso mais famoso compositor de óperas. As duas apresentações marcarão o retorno do soprano Eliane Coelho aos palcos do Theatro, depois do grande sucesso de Jenufa e Tosca, em 2017, e os 30 anos de carreira do tenor carioca Fernando Portari.

No Brasil, a ópera foi encenada em 13 de agosto de 1891, no Teatro Lírico, e no Theatro Municipal em duas temporadas, em 1920 e 1944, esta última regida pelo maestro Eleazar de Carvalho. Portanto, há 75 anos não é montada em terras cariocas.

É uma oportunidade única de conhecer essa ópera da maturidade de Carlos Gomes, composta em curtíssimo espaço de tempo (em torno de cinco meses). Com orquestração refinada e melodia magistral, demonstra a genialidade do brasileiro – o “Selvagem da Ópera” – apontando novos caminhos para o desenvolvimento da ópera italiana.

O maestro Malheiro, além de ser o regente titular da OSTM, acumula a direção musical do Theatro Municipal nessa nova temporada, que se inicia em março. André Heller-Lopes está retornando à casa como diretor artístico.

Resumo da ópera: a abertura, que evoca o Oriente num delicado solo de harpa, mostra a rainha Odalea no seu reino de Samarcanda (no atual Uzbequistão), no século XVII. Os três atos se desenrolam a partir da paixão de Côndor, chefe do exército que invade o país, por Odalea, as tentativas da rainha de livrá-lo da ira do seu povo e a fúria das hordas inimigas ao saber que o seu líder é um traidor.

08
mar
2019