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Concerto de Natal do Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Postado por Nina Kauffmann - Categorias: Cultura

OSTM oferece um espetáculo para toda a família, sob a regência do maestro Claudio Cruz

O Theatro Municipal do Rio de Janeiro segue a tradição das melhores casas de música erudita do mundo inteiro e anuncia seu Concerto de Natal, com a Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal, sob a regência do maestro Claudio Cruz.
O repertório da noite do dia 19 foi escolhido com muito esmero pelo regente. “Quero que o público saia do Municipal com uma sensação de felicidade, vivacidade, como se tivesse participado de uma festa”, diz Claudio Cruz, que procurou incluir no programa compositores mais atuais, do século XX, como Béla Bartók (1881-1945) e Sergei Prokofieff (1891-1953).
A apresentação começa com o “Concerto Grosso em sol menor, Op.6, Nº 8”, composto por Arcangelo Corelli para a noite de Natal. Em seguida, serão executadas as suítes III e II da chamada Música Aquática de Händel, “duas peças que têm muito efeito e mostram a virtuosidade da orquestra”, explica o maestro.
No gran finale, a OSTM interpretará “A Christmas Festival”, do compositor americano Leroy Anderson (1908-1975), peça conhecida por encadear várias canções natalinas, como Noite Feliz e Jingle Bells, num vibrante pout-pourri. Um final apoteótico para uma noite que promete ser leve e agradável, a poucos dias da comemoração do nascimento de Jesus.
A Christmas Festival
Data e Horário
Dia 19 de dezembro, às 19h30
Preços dos Ingressos
Frisas, camarotes, plateia e balcão nobre – R$ 80,00
Balcão superior – R$ 40,00
Balcão superior lateral – R$ 20,00
Galeria: R$ 20,00
Galeria lateral: R$ 10,00.

12
dez
2018
Os diversos papéis das mulheres e a importância da empatia por Ellen Moraes Senra
Postado por Nina Kauffmann - Categorias: Bem-Estar

Em pleno século XXI, ainda temos um longo caminho a percorrer quando o assunto é o papel da mulher na sociedade. Por um lado, temos uma gama de conquistas realizadas pelos esforços dos movimentos feministas de décadas atrás, por outro vivemos ainda em uma sociedade machista onde ainda existem alguns papéis delimitados exclusivamente para mulheres, enquanto os homens continuam em sua jornada intimista de ser qualquer coisa que deseje ser, sem as cobranças sobre o que deveria ou não estar fazendo.

Ainda que tenha iniciado o texto dessa forma, minha intenção aqui não é criticar o homem, mas valorizar e acolher a mulher, qualquer que seja o papel que ela desempenhe em sua jornada atual de vida.

Sou mãe, esposa, empreendedora, psicóloga, escritora, esposa, filha, irmã, amiga, mas quem não é a maioria dessas coisas? Ser psicóloga e ser mãe foram escolhas minhas, ponderadas com muito cuidado e pautados em sonhos de vida. Com a psicologia veio o empreendedorismo, afinal não dava para viver apenas de consultório e eu queria mais. Nunca fui dessas pessoas que fazem apenas uma coisa, sempre gostei de explorar minhas possibilidades, o que me levou a empreender à escrever.

O que não havia pensado antes era o nível de dificuldade que incluía me dividir em todas essas versões de mim, pois comecei a acreditar que estava sempre falhando em alguma coisa e a não ficar tão feliz assim comigo mesmo ou com algumas das escolhas que fiz. Cheguei até mesmo a questionar se ser mãe agora foi a melhor escolha, meu filho hoje com três anos de idade é meu maior incentivador, mas também minha maior fonte de desespero e sensação de fracasso a cada “não posso ir”, a cada “mamãe precisa trabalhar”, a cada “mamãe está cansada”. Não é fácil, porque passo bastante tempo dentro de casa, algo que o empreendedorismo me permite. Imagine, então, para as mães que trabalham em regime CLT ou são concursadas e passam a maior parte do seu tempo longe de seus filhos?

Agora imagine todo esse cenário que descrevi e acrescente a ele, além da autocobrança de cada uma de nós em relação a nós mesmas, a cobrança da sociedade que lhe questiona como pode você estar trabalhando no dia da apresentação de esporte do seu filho, ou que não possa ir numa reunião escolar porque estava em uma importante reunião no seu trabalho. Isso sem mencionar o fato de que precisamos estar bem arrumadas, com o cabelo feito, as unhas pintadas, maquiagem escondendo os sinais do cansaço proveniente dos desdobramentos.

Sim, ser mulher tem um “Q” a mais que envolve ainda todo um lado hormonal que nos faz surtar em algumas fases da vida, mas isso ninguém quer enxergar ou compreender. Somente uma mulher para entender outra mulher e ainda assim muitas vezes isso também não acontece, pois o julgamento se sobrepõe à empatia, não permitindo que que tenhamos uma postura acolhedora, mas, sim, majoritariamente crítica.

Sendo assim, proponho a você um exercício diário: sempre que visualizar uma situação com uma outra mulher, seja esta conhecida ou não, procure se colocar no lugar dela. Tente pensar em como ela se sente ao invés de julgar e piorar com comentários inúteis a culpa que provavelmente ela já está depositando sobre si mesma. Portanto, tenhamos mais empatia e que possamos compartilhar mais amor.

12
dez
2018
Indrodução alimentar na criança
Postado por Nina Kauffmann - Categorias: Bem-Estar, Kids

Os primeiros dois anos de vida são caracterizados pelo rápido crescimento e desenvolvimento da criança, tendo a alimentação um papel fundamental para que isso ocorra da forma esperada.
A Organização Mundial da Saúde recomenda que a introdução da alimentação de forma complementar ao aleitamento, seja iniciada a partir dos primeiros seis meses de vida, já que a composição do leite materno não é mais suficiente para suprir todas as necessidades da criança.
Os hábitos alimentares são determinados por fatores culturais, emocionais, psicológicos, socioeconômicos, mas, a principal influência vem da mãe ou do indivíduo mais ativo na alimentação da criança, sendo o âmbito familiar de grande valia para o estabelecimento de hábitos e comportamentos.
As escolhas do responsável da forma e de como será realizada a mudança do aleitamento materno exclusivo para um consumo alimentar, determina, a curto, médio ou longo prazo, atitudes favoráveis ou não em relação ao aporte nutricional da mesma.
Deve-se iniciar sem rigidez de horários, de forma tranquila, sem pressa, respeitando sempre a vontade da criança. Jamais, obrigue-a a comer, sempre encoraje-a a provar diversas cores, sabores, texturas, sem tirar a atenção da refeição, pois é um momento de aprendizado.
Priorize alimentos naturais, orgânicos, cozidos, evitando sempre adição de sal ou açúcar, e/ou, alimentos ultraprocessados e industrializados, quanto mais natural possível, melhor.
A partir do momento em que o desenvolvimento motor permitir ter uma postura ereta e uma motricidade fina para pega dos alimentos, o ideal é a criança experimentar diversas formas de estímulos, como: tátil, olfativa, gustativa, visual para reconhecimento e memorização de cada alimento. Esse método chamado BLW (baby-led weaning, algo como desmame liderado pelo bebê), ganha a cada dia, mais destaque para passar por essa fase, que fica longe de papinhas e colheres. Indo direto ao ponto: trata-se de, no momento em que a criança está pronta pra começar a introdução de alimentos sólidos (por volta dos seis meses), colocá-la à mesa sempre com a família e observar o interesse que demonstra pela comida, deixando-a manipular os alimentos com as próprias mãos, em uma aventura exploratória sem precedentes.
O alimento além de nutrir também forma a base emocional e fortalece a mente. Não dê as crianças alimentos que criam paladares viciantes, como alimentos açucarados, de recompensa emocional que geram ansiedade e angústia. Quebre padrões, reinvente tradições, adapte e dê saúde e fortaleza.
Não ensine errado, para quem pode começar certo!

Isabela Castro
Terapeuta Ayurvédica
Natural Chef

12
dez
2018