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VX TOURING, A COLEÇÃO DA VICTORINOX INSPIRADA EM AVENTUREIROS
Postado por Nina Kauffmann - Categorias: Moda, Novidades

Criada para atender as necessidades dos viajantes mais aventureiros, a Victorinox traz ao Brasil a linha de produtos VX Touring. Elaborados nas cores azul e preto e cinza e preto, em material leve, durável e com formato flexível, se tornarão itens essenciais em uma viagem de ação. A linha VX Touring também podem ser usadas no dia a dia, desde a viagem curta durante o final de semana até o treino de academia.

As malas são esportivas e compactas, combinando engenharia direcional e fabricação leve em um design esteticamente perfeito. Além disso, são leves e não estruturadas, facilitando a organização interna e são feitas com tecidos VX4 e VXTek, resistentes à abrasão. Possuem também alça telescópica retrátil e alças de amarração, tornando-se uma mala confortável para qualquer tipo de viagem.

Já a mochila VX Touring é esportiva e elegante ao mesmo tempo, reinventando o conceito de mochila. Com foco nos detalhes, acomoda perfeitamente todos os itens necessários para uma viagem curta ou longa. Possui alças e painel traseiro acolchoados para mais conforto do usuário, além de zíperes com trava, que garantem maior segurança durante uma aventura ou esporte de ação.
Vai a dica para os aventureiros de plantão

31
out
2018
O Espetáculo “Art& Quartet” – Música e Dança
Postado por Nina Kauffmann - Categorias: Cultura

‘Art&Quartet’

Música e Dança

Preços populares – Sábado, 17/11 às 19h30

“Municipal a um real” Domingo, 18/11 às 11h30

Após o sucesso no 109º aniversário do Theatro Municipal, o Quarteto Atlas apresentará obras de Shostakovich, Villa-Lobos e a “Fantasia Rock” de Ricardo Cândido, com temas de: Led Zeppelin / Metalica / Eagles / AC-DC / Guns N´ Rose e coreografias de Éric Frédéric com a participação de integrantes do Ballet do Theatro Municipal.

O grupo instrumental é formado por quatro dos principais músicos da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro: Ricardo Amado e Carlos Mendes (violinos e spallas da OSTM), José Ricardo Taboada (Viola e líder de naipe da OSTM) e Pablo de Sá (cello e líder de naipe da OSTM).

Segundo o coreógrafo, “Art&Quartet, é um encontro improvável entre músicos e bailarinos. O espaço é um ringue onde se confrontam música e técnica coreográfica, desenvolvendo-se num todo orgânico gerador da criação artística”.

Ficha técnica:

Coreografia de Éric Frédéric

Quarteto Atlas – Solistas da OSTM

Ballet do Theatro Municipal

Violinos e Spallas da OSTM: Ricardo Amado e Carlos Mendes;

Viola e líder de naipe da OSTM: José Ricardo Taboada;

Cello e líder de naipe da OSTM: Pablo de Sá.

O Theatro Municipal é vinculado à Secretaria de Estado e Cultura do Rio de Janeiro

PATROCÍNIO OURO PETROBRAS

Realização: Associação Amigos do Theatro Municipal

Apoio: Livraria da Travessa Sulamérica Paradiso

DATAS E HORÁRIOS

Sábado, 17/11 às 19h30 e domingo, 18/11 às 11h30

PREÇOS DOS INGRESSOS

Dia 17, sábado: Preços populares

Frisas, camarotes, plateia e balcão nobre: R$ 40,00

Balcão superior: R$ 20,00

Balcão superior lateral: R$ 10,00

Galeria: R$ 10,00

Galeria lateral: R$ 5,00

Dia 18, domingo: “Municipal a um real”

Ingressos na bilheteria ou ingressorapido

Theatro Municipal do Rio de Janeiro – Praça Floriano s/n° – Centro

Lotação – 2.226 lugares

Censura Livre

Duração: 1h00

31
out
2018
A Modinha que não sai de Moda”
Postado por Nina Kauffmann - Categorias: Cultura

Única apresentação, Domingo, 11 de novembro às 11h30

“Municipal a um real”

O Theatro Municipal do Rio de Janeiro apresenta o espetáculo músico-teatral ganhador do Prêmio de “Advento Cultural não Governamental” em 2016, concedido pelo Congresso da Sociedade de Cultura Latina – Seção Brasil.

Nascida no Brasil, no coração do Rio de Janeiro, por volta da segunda metade do século XVII, a Modinha foi apresentada à corte de Lisboa pelo poeta, compositor, cantor e violeiro carioca Domingos Caldas Barbosa (1740-1800). O grande sucesso alcançado levou músicos eruditos portugueses a adotá-las, adicionando-lhes características da ópera italiana. Assim, ela retorna ao Brasil, trazida por músicos portugueses no início do século XIX, com a chegada de D. João VI e sua corte ao Rio de Janeiro. No final do século XIX e início do XX, a Modinha ganha as ruas como música para serenata. Quando a “era do rádio” tem início, a modinha quase desaparece, ressurgindo nas obras de ilustres compositores cariocas e contemporâneos como Vinicius de Moraes, Tom Jobim, Sergio Bittencourt e Chico Buarque.

Embora realmente tenha havido uma diminuição considerável na produção de Modinhas, ousamos contradizer o musicólogo Mario de Andrade que, na década de 30, afirmava: “Mas a Moda se acabou, morta de saciedade em pleno mel”. Não, a Modinha não se acabou ali. Foi posta de lado e voltou à moda tempos depois. Os cariocas Vinicius de Moraes, Tom Jobim e Chico Buarque compuseram Modinhas. A Modinha não saiu de moda porque o amor e o romantismo rasgado não saíram de moda. Surgiu no Brasil colonial, atravessou o Império, adentrou a República e embora tenha perdido espaço, volta e meia ressurge, e é regravada.

O espetáculo “A Modinha que não sai de Moda” pretende apresentar, em aproximadamente uma hora de espetáculo, um selecionado repertório de modinhas compostas em todos os períodos de sua longa existência. As intérpretes mostrarão exemplos de vários tipos de Modinhas, com um roteiro teatral dinâmico e informativo, acompanhadas de piano, seguindo de perto sua cronologia, para que o público possa acompanhar as transformações e variações melódicas que a Modinha sofreu ao longo de quase 300 anos de história. Acompanhando a evolução do gênero brasileiro, podemos quase afirmar que a Modinha também seja carioca. O repertório conta com “Modinhas Coloniais”, “Modinhas Imperiais” e “Modinhas Modernas”, sempre apresentadas em forma teatral, sob a direção cênica de Sergio di Paula e com figurinos de cada época.

Ficha técnica:

Texto teatral: Criação e concepção de Magda Belloti

Direção Cênica: Sergio di Paula

Arranjos vocais: Helen Heinzle

Piano: Rejane Ruas

Figurinos: Coema Loureiro

Fotos: Rebecca Heinzle

Intérpretes:

Solistas do Coro do Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Sopranos: Magda Belloti e Helen Heinzle

Mezzo-soprano: Lara Cavalcanti

Contralto e piano: Rejane Ruas

31
out
2018