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– “Cavalleria Rusticana” de Masccagni – COM OSTM – Ópera Concerto no Theatro Municipal do RJ
Postado por Nina Kauffmann - Categorias: Cultura

A “Cavalleria Rusticana” (em português, “Cavalheirismo rústico”) de Pietro Mascagni, vencedora do concurso de óperas em um ato promovido pela casa editora Sonzogno, e estreada em 1890 no Teatro Costanzi de Roma, é considerada o marco inicial do movimento realista (verista) na ópera italiana.

A ópera conta a história de um crime passional, tema que será recorrente nas produções da escola verista. A música belíssima é de um romantismo melodioso e carregado, traduzindo à perfeição as situações dramáticas da trama.

“Cavalleria Rusticana” é, desde a sua estreia, uma das favoritas do público.

Nesta apresentação – que faremos em forma de ópera-concerto – o Theatro Municipal homenageará a grande cantora Ruth Staerke, intérprete de Mamma Lucia, por ocasião do seu 50º aniversário de estreia no nosso palco. Contaremos também com alguns entre os mais prestigiados cantores brasileiros da atualidade: o mezzo-soprano Ana Lucia Benedetti, o tenor Fernando Portari, o barítono Inacio De Nonno e o mezzo-soprano Lara Cavalcanti, além do Coro e da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal, que atuarão sob a regência do Maestro Alessandro Sangiorgi.

Elenco:

Santuzza: Ana Lucia Benedetti

Turiddu: Fernando Portari

Alfio: Inacio de Nonno

Mamma Lucia: Ruth Staerke

Lola: Lara Cavalcanti

Uma voz interna: Arianne Felix

Coro e Orquestra do TMRJ

Maestro Titular do Coro: Jésus Figueiredo

Regência: Alessandro Sangiorgi

ÚNICA APRESENTAÇÃO: QUINTA-FEIRA 1º NOVEMBRO – 19h30

 

 

PREÇOS DOS INGRESSOS

 

Frisas e Camarotes: R$ 480,00 – preço unitário: R$ 80,00

Plateia / Balcão Nobre: R$ 80,00

Balcão Superior: R$ 40,00

Balcão Superior Lateral: R$ 20,00

Galeria Central: R$ 20,00

Galeria Lateral: R$ 10,00

 

Theatro Municipal do Rio de Janeiro – Praça Floriano s/n° – Centro

Lotação – 2.226 lugares

Censura Livre

Duração: 1h10

19
out
2018
Artefacto e Grand Cru armam degustação de vinhos no Casa Shopping
Postado por Nina Kauffmann - Categorias: Eventos, Novidades

A Artefacto agitou a noite desta quinta-feira, 18/10, no CasaShopping com uma degustação especial de queijos e vinhos em parceria com o DOC Wine Bar & Grand Cru e a Fatia de Minas. O anfitrião da noite foi Alexandre Cardim, que recebeu em seu espaço, inspirado no filme “Flores Raras”, os arquitetos da mostra Morar Mais, que puderam conhecer alguns dos rótulos italianos importados pela casa. Passaram por lá Myla Albuquerque, Larissa Mogilewsky, Ana Raquel Ferreira, Maurício Schmidt, Bia Meletti, Camille Bellucci e Barbara Jovem. Confira nas fotos de Marcio Irala.

19
out
2018
Cenoura não engorda Por Xico Gonçalves
Postado por Nina Kauffmann - Categorias: Destaques, Moda, Novidades

Sucesso entre os legumes para quem não quer engordar a calça cenoura ou clochard, entrou no cardápio da moda verão 2019/20
Conhecida nos anos 1990 como “semi-bag”, elas agora atendem por “clochard” (como nos anos 1970), calça-cenoura (ou carrot), por conta do seu formato, “calça cocoon” ou “slouch”.
Seja qual for a nomenclatura, o que elas têm em comum além do conforto, são a modelagem ampla nos quadris, muitas vezes com pregas ou preguinhas, cós alto e afunilando na direção da canela.
Estas calças apareceram pela primeira vez nas passarelas de Sonia Rykiel e de Kenzo, nos fervidos anos 1970.
Foram relançadas por Balenciaga na coleção de inverno de 2007/ 2008 como uma alternativa para quem não podia usar as adesivas skinnys por limitações de silhueta, já que as calças clochard têm shape mais amplo nos quadris e coxas, podendo ser vestidas por muitos formatos femininos.
Mas elas também apareceram mais curtas com pernas amplas ou retas em desfiles para o verão 2019/20, deixando os tornozelos de fora ou mostrando a meia-calça opaca.

Moda das ruas
As calças clochards foram inspiradas na figura de Carlitos, o imortal personagem de Charles Chaplin, e nos mendigos que passeavam a beira do Rio Sena, com vestes fora do tamanho, adaptadas ao corpo.
A palavra “clochard” inclusive significa mendigo em francês.
Estas calças que ficavam com a cintura bem alta, formando pregas na altura do cós, com um volume folgado nos quadris e pernas afunilando, serviram de inspiração para as modelagens atuais que desfilaram em muitas passarelas influentes.
Adote já
Se você não “engole” a cenoura, vale uma ida ao provador antes de achar que não vai funcionar.
A modelagem surpreende.
Vendo no próprio corpo, você descobre o seu potencial.
Além de ser um modelo confortável, a calça clochard é perfeita para qualquer silhueta, por ter o poder de alongar.
Como em toda peça ousada ou polêmica, a minha dica é optar pelas cores claras, neutras ou jeans.
Cintos também são fundamentais para dar uma acinturada.
Como é uma calça com vibe formal é ótima no trabalho.
O ideal é usar com a cintura bem marcada e com blusas mais justas que valorizam a estrutura da calça e constroem uma estética moderna, que favorece inclusive as consumidoras tamanho grande.
Na teoria, quem tem quadris largos, culotes, bumbum volumoso ou barriga saliente, não deveria usar.
Mas na prática esse volume em tecidos firmes, ou couro, pode trabalhar a favor dessas silhuetas, já que o volume da calça é claramente formado pelo pano que acomoda os centímetros a mais dos quadris ou cintura, sem escancarar.
E a clochard também não engorda quem está magra.
Para quem tem tronco pesado e as pernas finas este formato é o máximo, sempre usado com tops folgados e decote farto.
Use com sapatos baixos e altos, sneackers, rasteirinhas e sapatilhas, ankle boots, espadrilhas e scarpins.
Dobre a bainha para um toque informal
Em tecidos mais clássicos serve para qualquer idade e deixa o visual absolutamente jovial.
Um look monocromático surpreende o olhar e desenha formas mais longas e magras para as mulheres mais baixas.
Vale provar a clochard sem medo.
É uma opção confortável e segura.

 

19
out
2018