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Paper Flowers: primeira coleção de joias de Reed Krakoff para Tiffany chega ao Brasil
Postado por Nina Kauffmann - Categorias: Destaques, Moda, Novidades

Em janeiro do ano passado, a notícia de que Francesca Amfitheatrof deixaria a direção criativa da Tiffany após três anos e meio no cargo causou comoção entre os fashionistas e amantes de joias. Primeira mulher a comandar a casa e responsável por coleções-desejo como a Tiffany T e a Hard Wear, ela foi substituída pelo americano Reed Krakoff, que havia ingressado na grife seis meses antes com a missão de renovar o departamento de objetos para a casa e o dia a dia.

Três vezes vencedor da premiação do CFDA, o conselho de estilistas dos Estados Unidos, na categoria designer de acessórios, Krakoff é expoente da moda americana, conhecido por ter revolucionado a Coach nos anos 2000 – nos 17 anos em que comandou a grife, não apenas como diretor criativo, mas também como presidente, ele posicionou a marca no mercado de luxo intermediário e a fez crescer dez vezes de tamanho. Na Tiffany, Krakoff é o primeiro designer na história a acumular um cargo executivo: como diretor artístico (e não só criativo, como era Francesca), ele é responsável por pensar a Tiffany como um todo, do marketing às lojas.

Desde que assumiu a casa, o americano já acumulou uma série de feitos: obteve sucesso absoluto com sua linha de objetos (dos copos para café de porcelana em azul Tiffany, que custam R$ 535 o par, a coleiras para pets e até um porta-pílulas de prata, os itens são perfeitos para presentear aquele amigo que já tem tudo); inaugurou um café no quarto andar da flagship nova-iorquina da marca, o The Blue Box Cafe; e tirou do papel um projeto de pop-up stores. Agora, Krakoff apresenta a primeira coleção de joias em si, batizada de Paper Flowers, que desembarca no Brasil em setembro.

Maior lançamento da Tiffany da última década, a coleção é a primeira da grife a reunir tanto peças para o dia a dia quanto de alta-joalheria sob a mesma temática (as criações high jewelry geralmente são lançadas uma vez ao ano na linha Blue Book). “O ponto de partida foi uma aquarela de 1881 de uma íris que encontrei nos arquivos da Tiffany. Eu queria capturar um lado poético das flores, e não uma representação literal, por isso comecei cortando pétalas de papel e brincando com sobreposições”

Dos anéis com pétalas vazadas para serem usados aos montes em cada mão ao supercolar com mais de 68 quilates de diamantes brancos que levou cinco meses para ficar pronto, o resultado são peças delicadas e assimétricas. “Eu estava determinado a não tornar esta coleção formal. O que me interessa é oferecer algo útil, que você possa usar todos os dias – e não uma joia que a cliente guarde apenas para uma ocasião especial”, explica ele, que aplicou tal conceito mesmo nas criações mais preciosas. A choker de diamantes baguetes usada por Gaia Matisse, por exemplo, não faz bonito apenas com um vestido de gala, mas também com alfaiataria no dia a dia, como prova a francesa, que é tataraneta do pintor Henri Matisse

Krakoff mergulhou no DNA da casa e escolheu duas das mais importantes gemas do imaginário da Tiffany para pontuar a coleção, protagonizada por diamantes brancos: tanzanitas e diamantes amarelos. A pedra de azul intenso foi popularizada mundo afora graças à joalheria americana, que adquiriu o direito de exploração da mina no norte da Tanzânia onde ela foi descoberta, em 1967, a batizou e apostou em uma grande campanha publicitária para divulgar a novidade na época. Enquanto isso, a Tiffany também é dona de um dos maiores e mais famosos diamantes amarelos do mundo, uma pedra de 287 quilates (128 após lapidada) adquirida por Charles Lewis Tiffany em 1878. Protagonista de um colar desenvolvido em comemoração ao 175º aniversário da marca, que fica exposto na flagship da Quinta Avenida, o Diamante Tiffany foi usado apenas duas vezes na história – por uma cliente em um gala da grife na década de 50 e por Audrey Hepburn nas fotos de divulgação do filme Bonequinha de Luxo (1961).
Nascido em Weston, em Connecticut, Krakoff se mudou para Nova York para estudar moda na Parsons School of Design. Após se formar, passou pela Ralph Lauren e pela Tommy Hilfiger antes de ingressar na Coach, em 1996, aos 32 anos. Em 2009, lançou ainda uma grife de roupas e acessórios com seu nome, que teve como hit mundo afora a bolsa quadrada Boxer e chegou a vestir a ex-primeira-dama Michelle Obama em diversas ocasiões, incluindo uma capa da Vogue americana. Criada com o apoio financeiro da Coach, a marca foi encerrada um tempo depois de ele deixar a label de bolsas, em 2013.

Com olhar afiado para branding, Krakoff vem se apropriando dos códigos da própria Tiffany em sua série de ideias bem sacadas. O conceito do The Blue Box Cafe, que a princípio funcionaria sem reservas (as três horas de espera das primeiras semanas logo fizeram com que a joalheria mudasse de ideia), é genialmente simples: quem nunca sonhou com um breakfast at Tiffany’s à la Holly Golightly (a personagem de Audrey Hepburn em Bonequinha de Luxo)? Com vista para o Central Park, ovos e muffins são servidos em louças Instagramáveis, todas tingidas de azul Tiffany – estrategicamente à venda no mesmo andar do café. Para o lançamento da coleção Paper Flowers em Nova York, em maio passado, o designer coloriu táxis, bancas de flores e de jornais pela cidade no indefectível azul – ação que fez sucesso nas redes sociais. Já em sua primeira campanha em vídeo para a marca, escalou a atriz Elle Fanning para encarnar uma Holly Golightly contemporânea, que veste jeans e entoa Moonriver (canção-tema do filme) em dueto com o rapper A$AP Ferg. “Quando era mais nova, eu realmente acreditava que poderia ser uma cantora ou uma pop star! Foi muito engraçado ver a reação dos meus amigos quando contei que tinha gravado uma música”, contou Elle

Krakoff pode não ter a formação original em design de joias, mas, do uso das tanzanitas às referências a Bonequinha de Luxo, provou que fez como ninguém a lição de casa, aplicando a mesma essência do American sportswear no everyday luxury. “O luxo não precisa ser formal, esse se tornou meu mantra”, decreta.

26
ago
2018
Bode a label mais desejada do momento
Postado por Nina Kauffmann - Categorias: Moda

Entre o que há de mais cool no cenário fashion de Nova York está a Bode, label criada em 2016 por Emily Adams Bode, que não se limita ao se definir como uma marca masculina fundada por uma mulher, já que todos os gêneros podem usar. E o conceito vai além: une a memória de tecidos vintage garimpados em todo o mundo à técnicas artesanais em peças one-of-a-kind.

Sua gama de produtos consiste apenas em calças, camisas e jaquetas com preços que variam entre US$ 400 (camisa) e US$ 1.598 (jaqueta), e podem ser compradas pelo site da marca, com entregas para o Brasil, ou em multimarcas selecionadas nos Estados Unidos, é claro, Japão, Suécia, Dinamarca, Canadá e Indonésia. +www.bodenewyork.com

26
ago
2018
“Irving Penn : Centenário”
Postado por Nina Kauffmann - Categorias: Cultura

! A partir de 21 de agosto, o IMS Paulista recebe a exposição “Irving Penn: Centenário”. Exibida pela primeira vez no Metropolitan Museum of Art, em Nova York, apresenta um panorama da produção do fotógrafo americano através de mais de 230 imagens clicadas ao longo de quase 70 anos de carreira. Oportunidade imperdível de observar a variedade temática de Irving Penn (1917-2009) que, além de trabalhos inovadores no universo da moda, produziu retratos, naturezas-mortas, nus femininos, peças publicitárias, entre outras obras.

Além do Met, em Nova York, a retrospectiva passou pelo Grand Palais, em Paris, e pelo C/O Berlin. No IMS, as fotos vão ocupar dois andares e serão divididas em 12 eixos temáticos. Em cada seção será destacado o processo de experimentação que permeia a produção do artista. Ao fotografar, Penn dedicava grande atenção aos detalhes, preferindo trabalhar em estúdio, onde se sentia mais confortável para criar, quase sempre usando como fundo uma antiga cortina de teatro.

O destaque fica por conta do conjunto de fotografias de moda. Em 1950, Penn registrou a alta-costura parisiense em imagens simples em que destaca a presença de Lisa Fonssagrives, modelo com quem Penn acabou se casando. Retratos de intelectuais que viviam em Nova York, entre eles Igor Stravinsky, Marcel Duchamp, Alfred Hitchcock e Truman Capote, e fotos que questionavam os padrões de beleza, como a série de nus femininos (1949-1950).

A curadoria é assinada por Maria Morris Hambourg e Jeff L. Rosenheim, do Met. Por ocasião da abertura, os dois participam de uma conversa com o coordenador de fotografia do IMS Sergio Burgi. O evento acontece no cineteatro, às 18h30, é aberto ao público e gratuito. O lugares são limitados e distribuição de senhas acontecerá 60 minutos antes do evento. Limite de uma senha por pessoa.

“Irving Penn: Centenário”
Abertura: De 21 de agosto a 18 de novembro
* No dia de abertura, o horário de visitação das galerias do IMS Paulista será estendido até as 22h.
Entrada gratuita
IMS Paulista – Avenida Paulista, 2424 – São Paulo
Horário de funcionamento: de terça a domingo, e feriados (exceto segunda), das 10h às 20h. Nas quintas, até as 22h.

26
ago
2018