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Museu da República recebe Encontro de Poetas da Língua Portuguesa
Postado por Nina Kauffmann - Categorias: Cultura

A poesia celebra mais uma vez a língua portuguesa. A partir do dia 31 de agosto, será realizada a quinta edição do Encontro de Poetas da Língua Portuguesa (V EPLP). A abertura do evento será no Museu da República – Palácio do Catete, no Rio de Janeiro. Depois do Rio, as cidades de Olinda, Recife, Lisboa (Portugal) e Luanda (Angola) sediarão a edição. O evento é gratuito,aberto ao público e com classificação livre.

Segundo Mariza Sorriso, poeta e organizadora da iniciativa, o projeto, que teve seu princípio em 2013, visa integrar e reunir anualmente poetas de todos da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), além de dar a conhecer a arte e a cultura de todo o mundo lusófono.

Atividades

A abertura acontecerá no auditório do Palácio do Catete, a partir das 10h, no dia 31 de agosto. A programação da tarde vai contar com passeio literário guiado com visita à Associação Brasileira de Letras (ABL), Biblioteca Nacional e Real Gabinete Português de Leitura entre outros locais relevantes para a cultura.

No dia seguinte, 1º de setembro, será apresentada a palestra ‘A importância da integração dos poetas de língua portuguesa para a literatura’ pelo prof. Luiz Otávio Oliani. À tarde, haverá o lançamento da antologia comemorativa do encontro, intitulada ‘A Poesia do Fado e dos Tambores’ (Dowslley Editora).

– Apresentamos o fado representando o colonizador e os tambores as ex-colônias de Portugal. Ao todo, são 273 poemas de 135 poetas de Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal e São Tomé e Príncipe – explica Mariza.

A mentora do encontro comenta também que o livro evidencia a diversidade cultural que compõe os países lusófonos e reforça ainda mais os laços. “Os ‘sentires poéticos’ cumprem o papel de profetizar a história e traduzir a sensibilidade humana”.

– Na edição deste ano, reverenciamos alguns poetas consagrados em cada país sede de realização do EPLP, pela sua contribuição à cultura lusófona. Homenageamos os brasileiros Gonçalves Dias e Castro Alves, a portuguesa Fernanda de Castro e o angolano A. Agostinho Neto – declara a mentora do projeto.

Mariza destaca ainda que o desejo é integrar o maior número de poetas lusófonos, incluindo alguns que, por questões socioeconômicas, não teriam chance de serem ouvidos ou lidos. “Por isso, unimos poetas das mais variadas idades e níveis de vivência poética, renomados e premiados, ao lado de estreantes na poesia”.

Programação nacional e internacional

Depois do Rio, em setembro, nos dias 14 e 15, quem recebe o projeto são as cidades de Olinda, no Artes & Serenatas, e em Recife, no Gabinete Português de Leitura de Pernambuco.

Em seguida, os poetas se encontram em Lisboa (PT), que conta com ampla programação entre os dias 19 e 21, culminando, no dia 22, com a cerimônia na Biblioteca do Museu Nacional do Desporto-IPDJ. E, por último, o evento acontece em Luanda (Angola), nos dias 28 e 29, no Instituto Camões e no Memorial António Agostinho Neto (MANN).

Serviço:

Inscrições pelo e-mail encontrodepoetasdalinguaportuguesa@hotmail.com

Certificado de participação somente para poetas, professores e estudantes de letras.

Prazo até dia 26 de agosto

Grátis e Aberto ao Público

Classificação: Livre

Museu da República

Sexta-feira dia 31.08.18

De 10h – abertura do evento – Museu da República

Das 10h30 às 12h – sarau com convidados

Às 13h – Pausa para o almoço

Às 14hs – início do circuito literário guiado nos principais pontos da literatura e poesia do Rio de Janeiro (ABL, Gabinete Português de Leitura, Colombo, Biblioteca Nacional). Saída a partir da Confeitaria Itajaí, centro do Rio.

Sábado – Dia 01.09

De 10h às 12h – Atividades culturais e palestras

De 12h às 13h30 – pausa para o almoço

A partir das 14h – Apresentação dos poetas e lançamento da antologia comemorativa

Às 17h – Apresentação musical de ritmos lusófonos

Às 18h – Confraternização e encerramento do evento

20
ago
2018
Tesouro dos mares Por Xico Gonçalves
Postado por Nina Kauffmann - Categorias: Destaques, Moda, Novidades

Não existe um adorno feminino mais democrático que a pérola.
Quem tem dúvidas sobre o que usar, usa pérola.
Perolas são como os jeans, vestem a qualquer hora, individualizando cada um.
Elas apareceram nos desfiles mais influentes para as temporadas de inverno e para o verão 2019 não só como joias, mas enfeitando calçados, bolsas e os bordados nas roupas.

Mais que perfeita
A pérola é uma joia naturalmente perfeita, que não requer lapidação ou polimento.
Diferentemente das pedras preciosas, a pérola é perfeita “au naturel”.
Por muito tempo na história da joalheria Tiffany, os colares de pérolas eram as joias mais valiosas das coleções da empresa.
Até mais que os diamantes.
Nenhuma outra gema tem uma história de mistério e romance como as pérolas.
Em sua simbologia está ligada à lua, à água e à mulher pela semelhança entre a pérola e o feto.
Nascida das águas, numa concha, representa o princípio Yin. Desse triplo simbolismo (Lua – Água – Mulher) derivam suas propriedades mágicas.
Na Pérsia antiga a pérola intacta era o símbolo da virgindade. O termo “furar a pérola da virgindade” está associado à consumação do matrimônio.
No Oriente é considerada afrodisíaca, fecundante, um talismã.
Na Grécia antiga era sinônimo de amor e casamento.
Na China e Índia é o símbolo da imortalidade, daí o fato de colocarem uma grande pérola na boca do morto, para inseri-lo num ritmo cósmico, cíclico de vida, morte e renascimento.

Favoritas da realeza
O duque Dmitri Pavlovich, descendente do império dos Romanov, mudou por acaso o rumo da história das pérolas no início da década de 1920.
Para impressionar a amante, 11 anos mais velha, presenteou-a com uma joia de família – um colar de pérolas de seis voltas. O nome da eleita: Coco Chanel.
A partir deste galanteio, as gemas ganharam a conotação de acessório fashion.
Mas já em 3500 A.C., no Oriente Médio e na Ásia, elas já eram valorizadas como símbolos de pureza e de charme feminino.
Na tradição japonesa, as pérolas sempre foram usadas para confortar o coração e acreditava-se, até, no seu poder medicinal, como o de parar os efeitos de um veneno mortal.
Na Europa do século 19, as pérolas eram as favoritas da realeza, que as valorizavam mais que qualquer outra gema.
Simbolismo forte também é o das pérolas enfiadas em um cordão. É o rosário, o sutratma, a cadeia dos mundos, penetrados e unidos por Atma, o Espírito Universal.
Tantos simbolismos talvez expliquem o poder das pérolas.
Mas para que estes tesouros do mar sobrevivam na Terra, é necessário um mínimo de cuidados:

Como usar as pérolas
· Você pode usar as pérolas nos maxis colares, em anéis, calçados, bolsas, lenços, em fim há uma infinidade de opções, mas é importante saber combinar, por mais simples que seja o acessório, as pérolas são sempre pérolas e pedem um pouco de sofisticação.
· As pérolas, por exemplo, não ficam bem com roupas de praia, look de academia, mas combinam perfeitamente com a balada, festas em geral, eventos mais formais e para reuniões de trabalho, pois elas passam confiança e sobriedade.
· Você pode combinar as pérolas com as cores dos acessórios ou das roupas, uma vez que, elas podem ser encontradas em diversas cores para fazer composições incríveis.
· Os acessórios de pérolas são muito versáteis e podem compor inúmeros visuais, desde os mais modernos e elegantes aos básicos e sensuais. Tudo vai depender da forma como elas são usadas e das roupas que compõem o look.

Como cuidar das pérolas
· Perfumes devem ser usados minutos antes de colocar as pérolas.
· Evite usá-las em dias muito quentes, ou expô-las ao sol.
· Pérolas temem ácido, suor, álcool. Peles de transpiração ácida prejudicam a pérola, outras podem beneficiá-la.
· Para sua limpeza utilize água e sabão neutro, depois seque com um pano limpo e macio.
· Guarde-as longe do atrito com outras joias, em saquinhos de veludo ou tecido delicado.
· Um colar de pérolas deve ser montado novamente a cada ano, ou de acordo com a frequência de uso. A transpiração e umidade da pele penetram o fio que as prende e faz com que apodreça e se rompa. Conforme o caso, até as pérolas podem ser prejudicadas

Curiosidades sobre as pérolas
· As pérolas fascinam pela raridade – se deixadas aos caprichos da natureza, de cada três toneladas de ostras, saem apenas três ou quatro gemas. Isso porque a pérola é uma espécie de cicatriz da concha. Cada vez que o molusco que ali habita é invadido por um corpo estranho, ele secreta o nácar, substância que, depositada sobre o invasor, cristaliza-se rapidamente, neutralizando o agressor. Com o tempo, as camadas de nácar se sobrepõem umas às outras, dando origem às preciosas bolinhas. As perfeitamente esféricas, consideradas as mais valiosas, só se formam quando o intruso é totalmente recoberto, o que faz com que a secreção seja distribuída de maneira uniforme, o que é uma raridade.
· Hoje, as pérolas naturais representam menos de 3% da produção mundial. As demais são cultivadas em formas e tamanhos variados. O primeiro registro da tentativa de criar uma pérola artificial foi do biólogo sueco Carl von Linné, em 1761. A ideia era simular o processo de intrusão do corpo estranho na ostra – e funcionou. O sucesso do experimento lhe valeu um título de nobreza, mas foram necessários alguns séculos para que o processo se tornasse uma praxe.
· No começo do século 20, o japonês Kokichi Mikimoto patenteou o método mais difundido, em que são introduzidas sementes de diversas origens no molusco, que se encarrega de cobri-las com camadas sucessivas de nácar.
· As pérolas cultivadas provocaram uma reviravolta no sistema de avaliação. Em uma história lendária, conta-se que Pierre Cartier comprou a mansão que hoje abriga a sede da joalheria homônima na Quinta Avenida, em Nova York, com um colar de duas voltas de pérolas naturais. O que em 1917 valia US$ 1 milhão, 40 anos mais tarde foi vendido por US$ 151 mil dólares.
· Graças a Chanel, as longas voltas de pérolas caíram no gosto da bailarina Josephine Baker, contemporânea da estilista, que provocou rebuliço ao adotar um colar como único figurino de seus shows
· Depois, foi a vez de as estrelas de Hollywood se renderem ao poder das pérolas. Marilyn Monroe garantiu o aval do star system para a versão cultivada de Mikimoto ao desfilar uma sexy gargantilha, que ganhara de presente do marido, Joe Di Maggio
· Em um dos figurinos mais cultuados da história do cinema, Hubert de Givenchy vestiu Holly Golightly, personagem de Audrey Hepburn em Bonequinha de Luxo, com um longo preto e poderosas voltas de pérolas do acervo do estúdio.
· Elizabeth Taylor tinha particular afeição por La Peregrina, pérola do século 16 que coroava o colar Cartier, presente de Richard Burton, com quem se casou duas vezes. Em 2011, com a morte da atriz, a joia alcançou a incrível marca de US$ 11,5 milhões em um leilão.
· No outono de 1960 a Tiffany & Co. introduziu no mercado as magníficas pérolas cultivadas, com Elizabeth Taylor de garota propaganda, fotografada por Richard Avedon em quatro páginas da revista Harper’s Bazzar, usando apenas quatro fios de pérolas da Tiffany.

Os tipos de pérolas
· Também chamada de pérola japonesa, a akoya é menor, com diâmetro entre 2 e 9,5 mm, e nasce nos mares do Sudeste Asiático – Japão, Coreia e China. As cores variam do branco à rosa, passando por nuances prateadas
· Conhecida como biwa porque nos anos 1950 foi cultivada no lago homônimo no Japão, é encontrada em moluscos de lagos e lagoas. De forma irregular, é menor e menos valiosa, porém tende a ser mais durável. Totalmente composto de nácar, esse tipo de pérola não tem núcleo, ou seja, se forma quando o molusco expele o corpo estranho.
· Menores e menos valiosas, as keshis são consideradas um subproduto das pérolas de cultivo, mas chamam a atenção pelo brilho.
· A maior e mais rara, com gemas que podem chegar a 20 mm de diâmetro, as South Seas foram uma febre nos anos 1990, mas acabaram perdendo espaço para as chinesas, mais baratas e fáceis de serem encontradas. Cultivadas nas costas de corais da Austrália, de Myanmar, do Taiti e das Filipinas, podem ser brancas, negras ou douradas. A negra é chamada de “pérola do Taiti” e pode ter um tom cinza-claro ou exibir um arco-íris de cores

Pérolas sobre as pérolas
· Em 1910, ao abrir sua primeira butique, Coco Chanel divulgou uma de suas famosas frases: “Uma mulher precisa de voltas e voltas de pérolas”.
· Entre os anos 1960 e 1970, uma apaixonada por pérolas, a editora da Vogue: Diana Vreeland, declarou “Nada comunica luxo como as pérolas”.

20
ago
2018
Exibição do curta Incondicional-De Aymara Limma-Centro Cultural Gabriel Villela-Iate Clube
Postado por Nina Kauffmann - Categorias: Destaques, Eventos, Novidades

Após percorrer várias cidades do Brasil, a atriz Aymara Limma exibiu no Rio o curta ‘Incondicional’, reeditado e remixado em L. A, qu e trata de crianças alérgicas vítimas de produtos sem informação adequada nos rótulos e da responsabilidade das celebridades ao usar sua imagem em campanhas

Premiada no Cinema at the Edge Independent Film Festival em 2014, em Santa Monica, Califórnia (EUA), pela comédia romântica “Te Amo! Shabbat Shalom”, que venceu na categoria Melhor Curta-Metragem, a atriz e diretora Aymara Limma exibiu seu novo curta-metragem, “Incondicional”, neste sábado, dia 18 de agosto, no Centro Cultural Gabriel Villela, no Iate Clube do Rio. O filme, que já percorreu várias cidades do Brasil, como Belo Horizonte, Brasília, Porto Alegre e São Paulo, estreou em julho de 2016 no Rio, e agora voltou à Cidade Maravilhosa após ser totalmente reeditado e remixado, em Los Angeles, pelo premiado diretor americano David Bartlett. Entre os convidados na sessão, Bob Falkenburg (filho de Silvia Bandeira), o poeta Mano Melo, o escritor Tom Farias, a cantora Bruna Barros, a apresentadora da Band Gardênia Cavalcanti, Ana Cláudia Vaz e Isabela Berardo Dubeux (do Hotel Othon).

Após a sessão foi realizado um debate com os especialistas: Dra. Ekaterini Goudouris, professora do Departamento de Pediatria da Faculdade de Medicina da UFRJ e presidente da regional RJ da ASBAI; Erika Campos Gomes, psicóloga, doutoranda e mestre em psicologia clínica pela PUC-SP com pesquisas direcionadas à alergia alimentar; Fernanda Mainier Hank, advogada e Procuradora do Estado do Rio de Janeiro, coordenadora do movimento Põe no Rótulo e mãe de uma menina ainda alérgica; e Aymara Limma, atriz e cineasta. O bate-papo tratou da alergia alimentar como patologia e da nova norma de alergênicos que entrou em vigor.

Nesta produção, Aymara, que assina a produção, o roteiro e a direção, aposta num drama que aborda sobre um problema mundial: a morte de crianças após o consumo de produtos sem a informação clara no rótulo sobre a presença de alergênicos. “Vivi em Los Angeles (EUA) muitos anos e via muitas mães reclamando e sofrendo, principalmente, no Halloween, quando é tradição as crianças pedirem balas. E muitos doces, às vezes, contêm ingredientes que podem matar uma criança alérgica. Quando vim ao Brasil lançar “Te amo! Shabbat Shalom’, no Rio, em 2015, li uma matéria sobre a morte de uma criança e ‘me bateu’ tão forte que resolvi pesquisar. E vi que o Brasil era um dos poucos (únicos) países que estavam atrasados com uma questão tão grave, mas, graças à luta de muitas mães, isso estava mudando. E descobri o movimento do Põe no Rótulo. Vitória para o Brasil! ”, comemora Aymara.

Em “Incondicional”, Aymara Limma interpreta Janaína, uma mãe desesperada que vai atrás de uma celebridade, a apresentadora Renata Luz (Fernanda Celleghin), quem ela acredita ser a responsável pela morte de seu filho alérgico, de 5 anos. “Foi difícil eu me preparar para esta personagem. Adoro desafios, mas quando comecei a pesquisar e a ver a dor das mães que sofreram com a perda, eu me vi tentando fugir dessa dor. Honestamente, eu amo assistir a bons filmes leves para me distrair no dia a dia. Mas amo fazer filmes que tenham ação social por trás, que possam transformar vidas. Por isso, eu resolvi ser atriz. Estou envolvida de corpo e alma nesse projeto. O filme é para mexer com a consciência, também, acredito. Mostra o lado da responsabilidade de celebridades que usam a imagem para vender produtos que, muitas vezes, nem sabem do que se tratam. Além de que alerta sobre a desinformação das pessoas sobre questões alérgicas. Esse filme pode ajudar a educar e a informar”, avalia.

O filme é uma obra de ficção, mas inspirado nessa questão grave que faz muitas vítimas. Tema atual, já que desde 3 de julho de 2016, no Brasil, os alimentos têm obrigatoriedade de sair da fábrica com lista de 17 ingredientes que causam alergia nos rótulos. A decisão de regulamentar a rotulagem de alergênicos partiu da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em junho de 2015, a fim de proteger a população que tem alergia alimentar, estimada entre 6% e 8% das crianças de 6 a 8 anos segundo a Anvisa.

Antes da sessão, um delicioso coffee break e sorteio de brindes com a Comendo Melhor e Saudável (sem leite, sem ovo e sem glúten) e Indoces Doceria Inclusiva (sem ovo e sem leite).
Fotos Vera Donato

20
ago
2018